Vamos dizer NÃO ao casamento Gay no Brasil ! assine agora

Venho, por meio deste Abaixo- assinado, pedir sua assinatura, para que, assim, não aceitemos a legalização do Casamento Gay no Brasil. Enviaremos ao Congresso Nacional o documento abaixo. Solicitamos que o leia com atenção, e o propague aos seus amigos e conhecidos.

Ao ler o depoimento do Deputado Federal do PSOL-RJ, Jean Wyllys, concedido à agência Efe, acessado no site 1 (nas referências), percebemos a desonestidade deste senhor.  O Sr. Wyllys afirmou que o casamento Gay no Brasil “despertará uma 'onda conservadora' que 'será derrotada', porque 'o país finalmente mudou' “. 

Também declarou que a legalização do casamento Gay “'é irreversível' e deverá forçar o Congresso a legislar sobre o tema”.  Ainda, segundo o sr. Wyllys, “o Congresso não terá outra saída que dar força de lei a essa resolução' “

Este senhor usa a desonestidade a seu favor. Primeiramente, com que autoridade ele afirma que o Brasil está mudando? Essa gente assina regulamentos e aprova leis sem o consentimento do povo brasileiro, que é em sua maioria conservador. Prova disso, é o censo do IBGE, de 2010, comentado no Jornal Gazeta do Povo, pelo colunista Carlos Ramalhete (veja site 2).

Como assim, o fato de o congresso não ter saída em não aprovar essa lei? Quer dizer então que vai ficar por assim mesmo? Devemos ficar de braços cruzados enquanto essa gente aprovam leis e regulamentos à vontade, que irá, depois, oprimir os cidadãos?

Estamos vivendo, neste momento, um golpe de estado. Explico o porquê.

            Nossa constituição, em seu artigo 226, inciso 3º, estabelece a união estável entre um homem e uma mulher. Além disso, o mesmo artigo afirma o dever do Estado em tutelar a família. Então, o que o supremo está fazendo é não ajudar as famílias. Aliás, está minando essa instituição.  Eles “passam por cima” da constituição.

            A militância agressiva dos movimentos LGBTs que, apoiados na grande imprensa, monopolizam o debate público e o transformam num verdadeiro monólogo. Com efeito, as opiniões conflitantes são varridas dos canais de informação, sob os pejorativos de "preconceituosas" ou "homofóbicas".

Trata-se de um golpe demagogo pelo qual os movimentos gays conseguiram a hegemonia da classe falante e a introdução de sua agenda nos mais variados campos da sociedade, desde a cultura à educação.

O que a maioria não consegue perceber, no entanto, é a clara intenção de se reconstruir os padrões de vivência através de um controle do comportamento. Ora, para dominar um povo, é preciso obter a hegemonia dos meios de comunicação, propagar uma ideologia apelativa e direcionada à emancipação de um grupo e conseguir a direção do ensino, principalmente das crianças.

Boa parte dessas metas já foram atingidas pela elite interessada no controle do comportamento e que usa a causa LGBT como navio quebra-gelo sob muitos aspectos. Uma rápida leitura dos jornais é o suficiente para se ter ideia da gravidade do assunto, sobretudo quando se fala abertamente em educação sexual e distribuição de preservativos nas escolas.

Uma ativista homossexual famosa nos Estados Unidos, a jornalista Masha Gessen, revelou recentemente em um programa de rádio que a meta dos defensores do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é, sim, modificar a instituição familiar, pois ela seria algo que não deveria existir.

A prova cabal de que essa política pró-homossexualismo é uma ameaça à família, à educação das crianças e à fé cristã se tem na Suécia, onde o Estado, através de medidas semelhantes às que se tem proposto no Brasil, praticamente eliminou a religião da cultura e retirou os filhos do convívio familiar.

Sob a égide da propaganda midiática e dos milhões dos cofres públicos que caem em suas contas, pisam na moral, ridicularizam a religião, destroem o ensino e serpenteiam as autoridades de maneira aterradora, em busca de leis que legitimem suas perversões e calem aqueles que se opuserem.

Mas, qual a origem desse movimento?

Devemos compreender que a causa Gay foi estrategicamente pensada por engenheiros sociais. Um Gay é uma pessoa que está engajado politicamente. Sua agenda política está decidida em acabar com o patrimônio cultural e moral do Brasil. Esta ideologia é unida, treinada e muito subsidiada por dinheiro do governo e dinheiro internacional (das fundações internacionais). A Ideologia Gaysista não tem nada ver com homossexualidade.  

Esta ideologia busca três coisas: o direito de exibir suas preferências sexuais em público, a equiparação jurídica dos casais homossexuais às famílias legalmente constituídas e o direito de penalizar legalmente quem quer que diga uma palavra contra suas preferências e hábitos sexuais.

Quando qualquer uma dessas exigências é contrariada, eles gritam que seus direitos foram violados como se já estivessem consagrados em lei. O problema é que os simpatizantes do movimento são leigos e acreditam que este movimento irá garantir e “resolver” o problema da homossexualidade.

Todavia, seus líderes sabem muito bem que isto é uma ideologia falsa, pois esta foi concebida por teóricos, como Antônio Gramsci, que negam a existência de qualquer verdade objetiva (são anti-intectuais) e reduz todo confronto de idéias a imposição de narrativas.

 Segundo o professor e filósofo Olavo de Caravalho, “o truque mais sublime destas teorias é que os ativistas políticos que elas inspiram não acreditam nelas tampouco, como o prova o fato de que lutam para que suas narrativas deixem de serem meras narrativas em concorrências com outras e se tornem realidades objetivas, impondo-se a toda sociedade na forma de leis, normas e instituições amparadas na forma repressiva do terror policial”.

A inversão radical do discurso conforme as conveniências táticas do momento é um traço infalível da mentalidade revolucionária. Então, quando lhe interessa, eles defendem o interesse pela privacidade. E, quando não, a privacidade é tida como desculpa homofóbica.

Muitas pessoas não sabem que os homossexuais são chantageados pelo movimento gaysista. Uma vez declarado, o homossexualismo torna-se obrigatório e definitivo sob pena de difamação pública se não de processo por propaganda anti-gaysista.

Um outro fato é que o indivíduo homossexual enrustido é alvo de ódio e perseguição da liderança gaysista. Não raro, esta apela o expediente da chantagem psicológica, ameaçando revelar os hábitos e preferências da vítima. Esta manobra é totalmente mafiosa, servindo-se, ao mesmo tempo, como a única” porta”  de acesso dos indivíduos com tendências homossexuais.

Além disso, o cidadão comum está sendo (e será muito mais) oprimido por todos esses regulamentos e leis. Tudo se trata agora de homofobia. Vejam que se está fazendo uma engenharia social, usando-se da subversividade psicológica: o sentimento do indivíduo homossexual fala mais alto que a nossa percepção concreta, passando por cima desta.

Agora, precisamos desmascarar uma coisa. O homossexual não sabe, mas é profundamente amado pela Igreja. A igreja está dizendo às esses filhos: parem de se machucar, pois não há felicidade no pecado.

O catecismo (n° 2.358) prevê que a pessoa que tem tendência homossexual deve ser acolhida com compaixão. Não há lugar para a intolerância e nem para a descriminação. Mas não é o único documento.  Uma carta chamada considerações sobre os projetos de reconhecimento legal da união entre pessoas homossexual, assinada pelo cardeal Ratzinger, em 03/06/2003. 

Essa carta pretende argumentar a partir da racionalidade e coloca que nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só há matrmônio entre duas pessoas de sexo diferente.  Até uma criança sabe reconhecer que, da união de um homem e uma mulher, nasce uma vida. Bem- vindo à realidade.

É evidente que a cultura gay é uma cultura de morte. É uma realidade que está estatisticamente comprovada, pois mostra que o destino dessas pessoas é: AIDS, drogas, depressão. Nos Estados Unidos, existem pastorais que cuidam dos Homossexuais. Na arquidiocese de Nova Yorque, existe um grupo chamado Courage que divulgam essas estatísticas terríveis, fatos que a mídia brasileira nem comenta.

A igreja acredita que não há caridade sem verdade. Portanto faz-se necessário, portanto, romper essa espiral do silêncio que envergonha a Igreja e joga lama sobre o sacramento santo do matrimônio. Faz-se necessário derrubar a hegemonia da mentira dos meios de comunicação que tentam domesticar a Igreja e impedi-la de anunciar a Verdade do Evangelho. Recobrar a audácia cristã e o destemor dos mártires é tarefa imprescindível nesta luta pela fé e pela família.

 

Site 1 :http://noticias.br.msn.com/mundo/jean-wyllys-espera-ofensiva-conservadora-ap%C3%B3s-aprova%C3%A7%C3%A3o-do-casamento-gay

 

 Site 2: http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?id=1272077&tit=O-Brasil-e-conservador

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casamento gay, gaysismo, ideologia gay

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