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Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Dec. Universal dos Direitos Humanos - Artigo XIX


I) JUSTIFICATIVA

A participação popular inexiste no Brasil. A informação é difundida pela Mídia, que impõe idéias. Assim conduzem o pensamento das grandes massas. Ou por grupos ideológicos que dizem falar em nome do povo, mas que não o representam. A real opinião da população, de onde deveria emanar o poder, não possui espaço. Opiniões diferentes do padrão estabelecido são sufocadas, ridicularizadas e criminalizadas. Este Manifesto pretende relatar o real pensamento do Povo Paulista. O número simbólico de assinaturas representa o pensamento de grande parcela da população. Pensamento amordaçado há décadas. Na pseudo-democracia do Brasil. Reprimí-lo, caluniá-lo, significa praticar essas ações contra esta parcela representada. As autoridades devem representar o Povo, este é o princípio democrático.


II) AUTENTICIDADE

Atualmente tudo no Brasil é validado via internet. A Receita Federal, recebe declarações do Imposto de Renda pela Internet. O Judiciário tem aceito petições de modo virtual. A Sociedade utiliza transferências bancárias, comércio eletrônico. Métodos amplamente aceitos por todos os setores da população. O site "PetitionOnline" é um serviço virtual que armazena Petições públicas. Já possibilitou resultados impressionantes. Sua autenticidade é reconhecida internacionalmente. Cada assinatura é validada. Duplicidades são automaticamente rejeitadas. Cada assinante recebe uma confirmação em seu e-mail. Portanto, o Manifesto Eletrônico é um meio autêntico e verdadeiro de Manifestação da Vontade e do Pensamento.


III) LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A Manifestação do Pensamento e Liberdade de Expressão são pilares do Sistema Democrático. Sem eles, impera a opressão e exploração. Proibir a livre manifestação do pensamento é pretender a proibição do pensamento e, conseqüentemente, obter a unanimidade autoritária, arbitrária e irreal.. Quem começa a eliminar coercitivamente as discordâncias, logo a seguir estará exterminando os que discordam.. Ao atentar contra estes valores, não se podendo calar explicitamente, faz-se de forma mascarada. Estabelecendo-se dogmas como corretos, e proibindo idéias contrárias.


IV) INTOLERÂNCIA

O Brasil nunca deixou de ser um país de tradição autoritária. A Censura não ocorre mais às claras. Os atuais repressores querem usar o Estado contra opiniões diferentes. Ao se discordar de opiniões, denuncia-se o opinante, a fim de calá-lo! Não estão abertos ao debate e à divergência de idéias. As ameaças de denúncias são os seus argumentos. Nunca a liberdade de expressão esteve tão ameaçada. Quem define o que é "politicamente correto" ? Grupos que não toleram diferentes pontos-de-vista, e assim eles mesmos determinaram o que é "correto". Ao se mencionar o problema da Migração em São Paulo, os contrariados, de imediato, querem calar o opinante, e eliminar a opinião emitida. Prontamente armam-se com apelidos taxativos, têrmos pré-moldados, e ameaças. Pretendem tolher o pensamento. Completa intolerância a manifestações divergentes. Querer evitar o debate com denúncias, é uma forma de Autoritarismo.


V) RACISMO

Os primeiros habitantes de São Paulo eram basicamente portugueses e índios. Logo após chegaram os primeiros negros africanos, trazidos do Congo e Angola. Na Rev de 32, havia a chamada "Legião negra", valorosos paulistas negros lutaram por São Paulo. Assim, as muitas raças constituem o Povo Paulista formando sua Cultura. Diferente do Brasil, SP tem tradições democráticas e foco na lei igual para todos. O Racismo é uma prática irracional e inaceitável. Por outro lado, o falso Racismo calunioso deve ser igualmente denunciado. Ao se rejeitar ATITUDES - independente da cor de pele - pessoas fazem-se vítimas perseguidas por racismo, denotando ainda maior falta de caráter. Esta inversão de valores tornou-se perigosa arma de repressão contra opiniões, e deve ser DESMASCARADA e COMBATIDA.


VI) MULTICULTURALISMO e PLURALISMO

São palavras muitas vezes usadas como Pretexto para se determinar um padrão cultural sobre todos. Embora o nome sugira a convivência de culturas, os que se opõem são recriminados. É, portanto, um meio de Intolerância. Se valores culturais são diferentes e convivem, aquele de mais exigentes padrões morais, será prejudicado pelo outro. Assim, uma Cultura oprimirá a outra. Nenhuma Cultura deve fechar-se em si mesma. A globalização promove, de forma espontânea, a troca de valores culturais, sem desvalorização das Culturas locais. A preservação cultural não é sinônimo de "Atraso". O Japão por exemplo cultiva suas tradições e é um símbolo do Progresso. As Culturas locais devem ser respeitadas.


VII) DIVERSIDADE e XENOFOBIA

Cada local tem suas peculiaridades. A Diversidade constitui no respeito a estas diferenças. Logo, se um migrante adentra em uma região ou estado, e desrespeita seus costumes, ele não respeita a Diversidade. Pretender modificá-los, moldá-los a si, impôr os próprios, forçar os anfitriões a aceitar a descaracterização, é um ato de Xenofobia aversão ao que é diferente.


VIII) POBRES e SEGREGAÇÃO

Existem pobres em todos os grupos culturais. E em um grupo, há pessoas de todos os níveis sociais. Costuma-se colocar migrantes como sinônimo de pobres, com objetivo proposital de vitimização. Seja desmentida tal falácia. As sociedades não se dividem simploriamente entre ricos e pobres, como querem alguns. E sim agrupam-se em características culturais, que englobam pessoas de todas as condições. Como representantes de todos os níveis, repudiamos esta Segregação. Níveis sociais não determinam índoles e modos de agir das pessoas. E sim valores culturais.


IX) PRECONCEITO

Pré-conceito é um conceito prévio sobre alguém ou um grupo de pessoas. Caracteriza-se por serem sem motivos as declarações que se faz sobre os mesmos. Basta então olhar a veracidade das afirmações feitas. Se são verdadeiras, não existe Preconceitos.


X) IGUALDADE, JUSTIÇA, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE

Só existe Igualdade se respeitados os princípios da Meritocracia. Só existe Cidadania havendo o sentimento de ser ouvido como cidadão. Só existe Justiça se transparente e livre de ideologias do fascismo politicamente correto. Só existe Liberdade se não há intimidação de expressões, sob quaisquer pretextos. Só existe o sentimento real de Solidariedade se for espontânea.


XI) DISCRIMINAÇÃO

O Estado de São Paulo nunca recebeu investimentos do Brasil. Sempre foi um país à parte. Não possuía riquezas que interessassem à Metrópole. Por isso, foi deixado de lado, enquanto outras regiões gozavam de investimentos do governo central. O Brasil se resumia ao RJ, MG e Nordeste. Os lucros do Ciclo do Ouro, do Cacau, da Cana jamais foram investidos em SP. São Paulo foi tido como insignificante por séculos. Assim viu-se obrigado a se desenvolver sozinho. Investiu nas lavouras de café, construiu ferrovias e estradas, industrializou-se. Com seu próprio suor, investiu para ser o que é. Jamais recebeu dádivas do Brasil; ao contrário, foi o fornecedor de recursos. São Paulo não deve nada ao Brasil. Portanto, o usufruto desse trabalho deve ser para o Povo Paulista.

São Paulo recebe a incursão de pessoas de outros estados, que usufruem seus hospitais e escolas. Quem mantém estes serviços é o povo paulista, não é o povo brasileiro. Se há tratamento igual a quem de direito, e ao forasteiro, então há discriminação contra o primeiro. Se há igualdade de tratamento a quem possui direitos diferentes, então está havendo distinção entre pessoas. Portanto, São Paulo tem o total direito de priorizar paulistas. A Discriminação contra o possuidor por mérito, é uma violência mais agressiva que as discriminações gratuítas por origem.


XII) SOMOS TODOS BRASILEIROS ?

São Paulo é dito brasileiro na suposta obrigação de oferecer seus serviços aos oriundos de outros estados. Disponibilizar seus hospitais e espaços. Porém, NÃO é considerado brasileiro pelos demais ao ser explorado, desrespeitado em sua identidade, opiniões, tratado com distinção. Se somos brasileiros, o Brasil faria campanhas de doação para nossas cidades acometidas por tragédias naturais, como São Luís do Paraitinga. Ou seja, São Paulo é brasileiro para com os demais. Mas os demais não são irmãos brasileiros para com ele. É hora do Povo Paulista ser menos altruísta, e pensar mais em si mesmo e em seus próprios filhos.


XIII) QUEM CONSTRUIU SÃO PAULO ?

Em uma terra desprezada pelo governo central, foi o espírito bandeirante que sustentou um empreendimento como as bandeiras. Criou oportunidades onde não havia. Em 1817 inicia-se o plantio do café. No sec. XIX, era plantado em quase todo o interior. Pioneiramente adotou-se a mão-de-obra livre, antes da abolição da escravatura. O incentivo à imigração estrangeira foi subsidiado com recursos da província. Trabalharam de sol a sol nas lavouras. São Paulo construiu uma grande rede de ferrovias. São Paulo jamais foi beneficiado; a economia cafeeira era praticamente o único item gerador de divisas estrangeiras para o Brasil. No final do séc. XIX ao XX, São Paulo recebeu a vinda de imigrantes estrangeiros, principalmente italianos. Estes, ajudaram a contruir São Paulo. Menos de 10\% dos operários das indústrias eram brasileiros. O italiano era a língua mais falada na cidade. Na década de 20, o governo paulista abriu estradas. Na década de 30, na capital foi elaborado o "Plano de Avenidas.A industrialização se acelera nas primeiras décadas, e a cidade cresce nos anos 30, 40 e 50 (Fonte: http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/saopaulo-historia.php ). O período se notabilizou pela consolidação de um vigoroso parque industrial. Entre as guerras mundiais, vieram 100 mil europeus e orientais de elevada qualificação profissional. A população do estado era inferior a 10 milhões de hab., e a capital possuía cerca de 2 milhões de pessoas. Até a década de 50 é que foram contruídas as bases para a grandeza de São Paulo. Os mais importantes edifícios, pontos turísticos e culturais. O número de migrantes brasileiros, e seu peso na Economia Paulista era irrisório. As fotos e filmagens do período atestam o perfil da população.

A partir da década de 60, com a chegada dos migrantes brasileiros sobretudo nordestinos e mineiros -, começa a degradação, com a construção de favelas, bairros irregulares e uma estrutura caótica de cidade. Na década de 1960, foram causadores de 56\% de aumento da população da capital, com 120 mil migrantes por ano. Invasão devastadora que causou a descaracterização e agressão à Cultura Paulista. Devido a fatores culturais, os migrantes foram os responsáveis pela alta criminalidade desde então. Iniciou-se processo de deterioração. Lixo para todos os lados, presencia-se hábitos de higiene diferenciados.

Migrantes NÃO construíram - e não ajudaram de modo essencial a contruir - São Paulo por atuarem como pedreiros. Seja DESMENTIDA tal falácia. Assim fosse, com os recursos que receberam do gov Fed, por que não teriam construído uma potência em sua própria terra? São Paulo NÃO optou por esta mão-de-obra. Em sua ausência, seria substituída, e não haveria a depredação. Foi devido aos migrantes que houve a descaracterização. Migrantes NÃO são os responsáveis pelo crescimento paulista, de forma alguma. Julgam-se os maiores trabalhadores. Migrantes NÃO fazem trabalhos que o paulista não queira fazer. E sim furtam o emprego de jovens, paulistas humildes, e desempregados. A população paulista tem plenas condições de preencher todas as suas vagas operacionais. Ou mesmo de optar por povos mais respeitadores. Pois assim crescemos de forma próspera e ordenada até 1950. São Paulo não deve nada aos migrantes brasileiros. Muito ao contrário. São Paulo lhes fornece mais serviços, trata-os melhor do que seus próprios estados lhes tratam. E dizem-se vítimas discriminados!!! Pagam o bem com a ingratidão.

São Paulo recebeu várias culturas do mundo. E se orgulha de ser uma capital cosmopolita. Porém a imposição migratória brasileira é que é agressiva . Quem construiu São Paulo foram os Paulistas !


XIV) SÃO PAULO É DE TODOS ? QUEM SÃO OS PAULISTAS ?

O sentimento de "Identidade" é essencial ao ser humano, que assim pode ter ciência de suas particularidades e objetivos. O mesmo vale para os Povos. Tenta-se vender a idéia de que São Paulo é uma terra sem dono, a Casa da Mãe Joana. Porém, anterior à migração imposta nas últimas décadas, São Paulo possui História. E um Povo que faz parte dela e o ama.

O colonizador de povoamento deixa sua terra natal, para não mais retornar. Deposita sua vida, tem amor intenso pela terra que o acolheu. O migrante de exploração mantém vínculos com sua origem, pretende extrair tudo que puder, despredá-la, e retornar. Quer calar o anfitrião, exige dádivas, faz-se de vítima. O migrante que chegou a partir da década de 1950/60, em busca de lucro e sustento, nunca respeitou seus costumes e história.

Quem são os Paulistas ? São as pessoas cujos pais e avós industrializaram São Paulo. Presenciaram a luta por uma Constituição. Lamentam-se ao ver as imagens pré-60 e a atual descaracterização. Pessoas que viveram em nosso interior, cultivando a autêntica Cultura Paulista.

Havia o sentimento de Povo Paulista. Nosso povo se uniu em 32. Empunhavam as bandeiras das 13 listras. Diziam "São Paulo dominado por gente estranha. Os obreiros da tirania, em sua insensatez, esforçavam-se em apregoar "elites querendo recuperar poder". Mas não se sustentava diante do que se via. Negros, brancos, mulheres, todos juntos. Um forte sentimento regionalista. Multidões saíram aos comícios. Deram "ouro para o bem de São Paulo". Nossas fábricas não pararam. Voluntários se alistaram. Irmanados nas trincheiras. Nossos soldados tombaram. Pagaram um alto preço em amor a São Paulo. Para que hoje, o Brasil tente destruir nossa identidade. Migrantes não escreveram esta História que o Brasil tenta nos apagar. Não são donos de São Paulo, não têm parte nisto.

É a NOSSA terra, que amamos. Tenta-se TOMAR a terra dos paulistas, afirmando ser de todos, sem cultura e identidade própria, um amontoado de culturas externas. Negar sua existência como Povo. A mídia tenta reforçar esta imagem. Porém isto não é verdade ! É um desrespeito. Os verdadeiros paulistas sabem quem o são. TODOS são visitantes. Mas São Paulo é de todos os Paulistas !!!


XV) CULTURA e CHOQUE CULTURAL

Cultura refere-se a costumes, valores, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Não existem culturas superiores ou inferiores, porém diferentes. A Cultura paulista é diferenciada com relação à Cultura brasileira. E são estes valores culturais que levaram São Paulo ao progresso. Respeitamos todas as culturas. E exigimos que respeitem a nossa, que é agredida pela migração excessiva.

Sem generalizações, os valores culturais de um grupo, determinam comportamentos predominantes dos seus indivíduos. A Cultura migrante caracteriza-se por ser agressiva, violenta, simbolizada no fato de ter como seu herói a figura de um "cangaceiro" - cuja história representa os valores culturais de sua região. Daí a alta taxa de criminalidade cometida por migrantes no estado de São Paulo desde sua chegada. Devida a fatores culturais, independente de níveis sociais, pobreza, riqueza, ou nível de instrução. Não se trata de conceitos prévios, e sim de fatos.

Por motivos históricos, São Paulo sempre se viu compelido a se auto-sustentar, e herdamos isto. Assim, a cultura paulista não é dada a solicitar gratuidades do governo. Mesmo diante de grandes necessidades. É respeitadora das leis, não invade. Ao contrário, a cultura migrante vê o governo como seu obrigatório provedor de confortos. Esta é uma das grandes diferenças culturais. A cultura migrante possui seu centro prioritariamente em condição social, e não em valores morais.

Favelas e camelôs não estão relacionados meramente à pobreza, e sim a valores. Dar-se o direito de apropriar-se. Vitimista; invasiva; sempre inocentada. Diferentes relações familiares, desrespeito, agressividade, assédios, danificação de patrimônio, inadimplência, fraudes. Esta Cultura entra em grande choque com a Cultura Paulista. É importada e imposta à força para São Paulo.


XVI) MIGRAÇÃO PREDATÓRIA

As expressões culturais diversas, são bem vindas, como aves viajantes que nos presenteiam com sua variedade. Porém, não se pode permitir que algumas destas aves façam seus ninhos em todos os galhos, de todas as árvores, comendo todos os frutos, calando o canto de nossos pássaros.

Afirma-se que migrantes vieram para São Paulo em busca de uma vida melhor. Porém, o coitadismo não se aplica. Visto que seus desrespeitos mostram o total desprezo que possuem pela cultura paulista. Afirma-se que estas pessoas em suas regiões vivem situação de extrema carência. Porém, como veremos adiante, o estado de SP concede ao Brasil cerca de R$180 bilhões por ano. Afirma-se que migrantes escolheram São Paulo para viver e contribuir. Não é verdade. Migrantes, na grande maioria, não amam São Paulo. Constantemente o insultam. Exaltam sua terra de origem. Não escolheram SP por amar sua história e povo. E sim apenas para beneficiar-se. Migrantes não gostam de São Paulo e dos paulistas. Porém aqui permanecem. A Migração Predatória visa destruir a Identidade Local. Onera os cofres públicos. O povo paulista arca com hospital, transporte, limpeza pública gratuíta para estes migrantes.


XVII) REIVINDICAÇÕES

Fazendo uso do Direito de Manifestação do Pensamento, previsto no Art. 5º - IV da Constituição do Brasil, nós, abaixo-assinados, Povo Paulista, de todas as raças, níveis sociais, e setores de atividade, apresentamos às Autoridades e à Sociedade, o seguinte Manifesto:

1. Reivindicamos o fim da Repressão ao Paulista sobre o tema da Migração em sua própria terra, e o direito de existir como povo. Nas ruas, empresas, repartições, na mídia; sobre expressar livremente o que pensa sobre a Migração e migrantes. Pois está em sua terra, e é seu direito dentro dela. Haja real livre manifestação, como um país não opressor, e sim verdadeiramente livre.

2. Preconceito é invadir a terra do outro, tendo o CONCEITO ANTECIPADO de que ele tem obrigação de aceitar suas imposições. Preconceito é ditar ordens em uma terra que não é sua. Prejulgando que seus habitantes devem passivamente acatar. Preconceito é o ato de, sendo o intruso e usurpador, negar o direito ao dono-da-casa de se manifestar em sua própria terra. Preconceituoso é o que está dentro da casa alheia desrespeitando o anfitrião. Assim, pode-se dizer que, de certa forma, este é um Manifesto contra o Preconceito.

3. Entendemos que nossa abordagem do tema é justa e legítima. NÃO compactuamos com quaisquer idéias ilegais, clandestinos, desumanos ou intolerantes. Assim, repudiamos falsas acusações, como métodos de crimininalizar a opinião divergente.

4. Conforme explanado nos tópicos XIII e XIV, verificamos que: Migrantes pretensiosamente julgam-se os responsáveis pela construção de São Paulo. E assim ter livre acesso de apossar direitos. Julgam-se co-proprietários e não subordinados na terra alheia. Afirmam de forma usurpadora, que São Paulo é de todos. E assim negam a soberania do paulista em sua terra. Por isso, não toleram quando ele pretende dirigí-la e decidir a quem destinar seus serviços. Negam-lhe esse direito. Porém, tendo sido desmontado o sofisma de que construíram São Paulo, as presunções decorrentes não se sustentam.

5. Conforme descrito no tópico XV, a cultura migrante está centrada em "condição social" e bens materiais. Assim, quando um paulista se manifesta sobre a "invasão cultural", prontamente começam falar em "rejeição a pobres". Não classificamos pessoas por condição social e sim pelo seu caráter.

6. Esclarecemos que não se possui absolutamente nenhuma animosidade contra o migrante que está em sua própria terra de origem, ou contra quaisquer povos.

7. Respeitamos (i)migrantes de qualquer procedência que trabalham muito, respeitadores, discretos, que contribuem, dedicam suas vidas, pagam impostos, respeitam a cultura, amam e são gratos a São Paulo.

8. Denunciamos que: ao reivindicar o que é SEU e está lhe sendo tomado aos poucos - preservar seu povo, sua terra, sua cultura e dignidade -, o paulista é chamado por migrantes, de nazista, skinhead, fascista, preconceituoso, etc.! Julgam ter o direito de NÃO permitir o anfitrião se manifestar, pois não querem privar-se de todas as regalias que recebem. Denunciamos este caráter, este método de acusações caluniosas, e esta opressão sem precedentes.


== Excesso Migratório / Liberdade unilateral

9. Os fluxos migratórios são um fenônemo natural de toda a história humana, em seu direito de ir e vir. Porém o excesso promovido por facilidades e incentivos, é uma tentativa do Brasil de destruição da nossa Identidade. Consolidado pela repressão unilateral, na qual a migração é deliberada, porém a manifestação do paulista é criminalizada. Repudiamos o EXCESSO de migrantes no nosso estado.

10. Infestação cultural. Todo local ao nosso redor está infestado de migrantes. Ou seja, pessoas oriundas de outros estados ou descendentes. Nas ruas, ônibus, supermercados, escolas, órgãos públicos. Ao adentrar em um comércio, todos os funcionários são migrantes. Isto é uma agressão e extermínio cultural inadmissíveis. É inaceitável ver todos os nossos postos tomados, ser minoria na própria casa. Migrantes andam como os donos das cidades - apoderando-se, ameaçadores, repressores - e nós paulistas, é que nos sentimos estrangeiros fora de nossa terra natal! Diante disto, se um paulista se manifesta, migrantes não admitem, indignam-se, querem calá-lo. Tudo isto dentro de São Paulo!!!

11. Nas expressões do dia-a-dia, preocupa-se tanto em não desagradar e não ofender migrantes. Mas não se preocupa em não ofender paulistas. Em São Paulo !

12. O Sotaque Paulista é nosso Patrimônio Cultural, em suas variantes. Por isso nos é precioso. O paulista olha ao redor e se vê o único com seu sotaque. Um estrangeiro em sua própria terra ! Com sotaque, cultura e valores diferentes. Repudiamos a descaracterização do sotaque de São Paulo causada pelo excesso migratório. Repugnamos o R gutural, as vogais abertas, as expressões ôxe, uai, e demais características. Uma ofensa aos nossos costumes e identidade. Estamos fartos desta agressão cultural.

13. Nos terminais rodoviários, desembarcam milhares. Ao provarem os benefícios proporcionados, trazem o restante da família. Migrantes possuem altíssima taxa de natalidade, agravando o problema.

14. Repugnamos as afirmações de que São Paulo seja a cidade com o maior número de migrantes, fora de suas capitais de origem. Ou de que grande percentual da população seja descendente. O extermínio cultural não deve ser exaltado, e sim freado e revertido. Tal imposição de uma cultura não a torna cosmopolita. É notória a cobiça pela terra alheia e tentativa de ocupação.

15. O povo paulista é expulso, desalojado da própria terra por migrantes. Porém, caso se manifeste, é RECRIMINADO, acusado de preconceito.

16. Veja-se a seriedade da agressão: Migrantes e descendentes - extremamente numerosos - comemoram dizendo ser maioria no Estado de São Paulo. Porém, se um paulista se opõe ao extermínio cultural, visando preservar sua identidade e cultura, é taxado de CRIMINOSO.

17. É uma colonização imposta à força pelo método de calar o habitante da terra ocupada..

18. Migrantes declaram-se "donos de São Paulo". Isto agride e fere o brio e dignidade dos paulistas.

19. Nota-se, pois, que se concede ao migrante o direito de agredir livremente, e ao paulista o dever de se calar.


== Práticas

20. Migrantes INVADEM e tomam à força propriedades alheias, ou áreas impróprias para moradias. Fazem roubo de luz, ligações irregulares, deixando a conta para as pessoas honestas pagarem. Despejam montanhas de lixo nas ruas, como prática de sua cultura e hábitos de higiene. Assim entopem bueiros, causando alagamentos. Protestam contra enchentes, QUEIMANDO ônibus e DESTRUINDO o Patrimônio público. EXIGEM do Governo Paulista direitos de contribuintes, porém não pagam impostos, e sim usurpam tudo que podem. Exigem Infraestrutura, condições de habitação e moradia, Transporte coletivo, Áreas de lazer, Limpeza de ruas, Segurança, Hospitais e escolas públicas. Tudo que não exigiram em suas terras de origem. Esta é a cultura migrante.

21. Migrantes ocupam espaços que pertencem ao paulista. Somos obrigados a conviver com costumes que não são nossos, hábitos impostos na nossa terra.

22. A grande maioria das confusões diárias, agressões, atendimentos hospitalares, emergências, ocorrências, brigas, deslocamentos policiais, está relacionada a migrantes (incluído descendentes). Não existe justificativa que conceda aos migrantes o direito de promover arruaças na terra alheia. Uma situação foi o famoso seqüestro de Santo André, em outubro/2008. Neste caso que mobilizou todo o aparato da Polícia de São Paulo, ambos bandido e vítima eram migrantes.

23. Migrantes agridem o povo paulista ouvindo seus ritmos musicais - funk, forró, etc em carros, transportes públicos, ruas, barracas, lojas. Porém, ao rejeitar, o paulista é recriminado. Ao reclamar, paulistas são muitas vezes ameaçados ou agredidos fisicamente por migrantes.

24. Repudiamos apresentações de rua de migrantes. Nossas praças não são locais de rodas de forró, desrespeitando locais históricos, como a Praça da Sé. Bem como feiras de trocas e produtos usados. A farta divulgação pública de forrós em cartazes, muros, carros. Demonstram o desrespeito do migrante na terra alheia. Ao contrário do que pensam os migrantes, São Paulo NÃO é filial ou colônia do Nordeste.

25. Migrantes alegam direitos (livre arbítrio, moradia), mas desprezam valores morais. Ignorando que seu direito termina onde começa o do outro, e estão na terra alheia.

26. O Estado de São Paulo e seus governos são responsabilizados por desabamentos de terra e outras tragédias. Porém São Paulo não foi buscá-los em sua origem. Não concedeu permissão para invasão e construção em áreas de risco. O estado paulista não é obrigado a fornecer moradia para migrante. Que exijam em seus estados de origem.

27. São Paulo fornece aos migrantes seus recursos hídricos e naturais, e sofre com racionamentos em períodos de escassez.

28. Assistimos pasmos e enojados aos insultos praticados por migrantes - invasores ilegais do Jardim Pantanal - contra o nosso Prefeito da Capital, em janeiro/2010. E ao endosso da Mídia a estas ações. É espantoso o direito que se dão de exigir que São Paulo faça por eles o que suas terras jamais fizeram. E não exigiram de seus prefeitos e governadores.

29. Migrantes causam superlotação nos transportes. Reagem violentamente contra a polícia paulista. A quase totalidade das favelas foi loteada por migrantes. Exigem indenização por enchentes. A grande maioria das burlas de catraca nos ônibus são praticadas por migrantes. São fatos que podem ser observados cotidianamente por qualquer pessoa. A depredação do comércio praticada por camelôs. O coitadismo é a arma para explorar São Paulo. Repudiamos vandalismo em favelas, incêndios de veículos. Que façam arruaça em seus estados de origem.

30. Repudiamos as práticas da Mídia manipuladora. As homenagens feitas à migração. A opinião paulista nunca ouvida. Telejornais sensacionalistas, que fazem inúmeras críticas ao estado. Porém não mencionam que a causa da quase totalidade dos problemas de SP que mostram ao país inteiro. Criticam, mas omitem esse fato. Culpam os governos pelas enchentes. Porém migrantes inundam de lixo nossos mananciais, represas e bueiros. São Paulo envia bilhões ao governo federal. Porém São Paulo é que assume seus emigrados. Repudiamos o proposital excesso de espaço a migrantes na Mídia em São Paulo. Repórteres ao estilo Marcio Canuto. O rótulo de vítimas dado aos migrantes. No aniversário da cidade, os paulistanos não são ouvidos. Nos programas de TV, sua presença em todos os locais. Não respeitam as outras culturas.


== Excesso de espaço

31. Migrantes já desrespeitam e invadem espaços demais, e NÃO necessitam de mais homenagens

32. Exigimos a revogação imediata das seguintes leis e projetos similares: Lei 8.441 (23/11/1993), Lei 12.061 (26/9/2005), e Lei 50.587 (13/3/2006), todas referentes a homenagens a migrantes. Bem como a lei criada pelo vereador Chico Saad em Taubaté, e casos semelhantes em todas as nossas cidades. ref ítem 45

33. Repudiamos qualquer tipo de evento à cultura migrante com verbas públicas.
Como a Homenagem à Luís Gonzaga no Vale do Anhagabaú, cujo objetivo era valorizar e reforçar as tradições nordestinas no estado! Bem como condecorações, e homenagens em nomes de logradouros. Além disso, nunca se viu seus estados promoverem, de forma recíproca, homenagem a São Paulo, que os sustenta com impostos, e que alimenta seus emigrados. Ao contrário, paulistas são tratados com preconceito nestes locais.

34. O projeto do Metrô "Seis na Sé" é bastante criativo. Porém é lamentável o excesso de atrações para migrantes. Basta de homenagens.

35. DENUNCIAMOS à População Paulista a existência do Conselho Estadual da Comunidade Nordestina (Copane), mantido pela Secretaria de Relações Institucionais do Governo do estado. Tal grupo está exigindo a inserção da cultura nordestina na grade curricular de todas as escolas paulistas!!! O ato mostra o claro intento AGRESSOR de extirpar nossa cultura e impôr a própria. Inserir-se na política, para tomar o estado dos paulistas ! Propôr políticas públicas, exigir AINDA MAIS direitos e espaço, visando seus interesses ! Este grupo pretende ainda formular denúncias contra paulistas DENTRO DE SÃO PAULO -, que se tornam ameaças à expressão, intimidação. Enquanto vemos a cultura paulista ser dizimada pela imposição migrante em nosso estado, concede-se verbas aos dizimadores.

36. Conclamamos a população paulista a reagir e rechaçar estas agressões. Migrantes pretendem: implantar sua cultura às nossas crianças, e inserir-se no nosso governo; gradativamente mais. No intento de tomá-lo e impôr aspectos da própria cultura.

37. Exigimos a EXTINÇÃO IMEDIATA deste grupo agressor de nome COPANE. Se os migrantes desejam a presença de sua cultura no currículo escolar, cultivá-la, governar, impôr sua visão de mundo, QUE NÃO HESITEM EM RETORNAR ÀS SUAS TERRAS DE ORIGEM. A imposição cultural viola a Diversidade. Que vão pleitear inserção na politica de suas terras, que também têm muitas necessidades e carências.

38. São Paulo não foi buscá-los em sua terra, e portanto não é obrigado a sofrer suas imposições. A Cultura popular que deve ser valorizada em São Paulo é a Cultura Paulista ! Não admitimos estas agressões xenófobas de migrantes contra nossa Identidade. Exigimos atitudes rígidas e exemplares das nossas autoridades. A recusa das exigências deste grupo e sua extinção. Quem deve primariamente exigir respeito é o anfitrião, e não a visita. O respeito ao Paulista em São Paulo, seja Lei!

39. Tenta-se forçar a idéia de que a migração em massa é mais antiga do que é de fato. Em nosso direito como Povo Paulista, que deve ser respeitado, afirmamos o seguinte: Respeitamos a cultura nordestina como uma OUTRA cultura, com suas características e qualidades. Porém NÃO a reconhecemos e rejeitamos como contribuinte ou integrante na formação Cultural Paulista. Não faz parte da nossa História. Não se funde com a nossa de maneira alguma. Visto que foi uma imposição a partir da década de 60, e jamais uma aceitação espontânea. Representou choque cultural por suas grandes disparidades com relação à nossa. O Paulista sempre a rejeitou. Sendo por isso, inclusive, estereotipado de "preconceituoso". São Paulo não possui vínculos com estes estados. Repudiamos incentivos de intercâmbios.

40. Noticiou-se em abril/2010, fato no qual um homem morreu baleado em frente ao CTN - Centro de Tradições Nordestinas -, no bairro do Limão, na capital. Segundo depoimentos de funcionários, dentro dos CTNs, confusões e brigas são comuns. Estes locais bem como as chamadas Casas do Norte - são conhecidos pelas festas, bebidas alcoólicas, badernas, violência, ameaças, barulho, forrós. São fatos notórios. Os CTNs não se restringem ao cultivo de sua cultura dentro de suas dependências, como seria sua função. Evidenciam-se pelo desrespeito e arrojo contra a Cultura do anfitrião, a partir de seus líderes. Imposições na terra alheia, como no ítem 51. Não possui, pois, função e caráter respeitador e pacífico; e sim agressivo e xenófobo. Relembramos a ocasião da proibição das torcidas organizadas, cuja violência não foi vista como exceção e sim como método. De forma semelhante, diante dos atos citados, reivindicamos o fechamento e proibição de todos os CTNs no Estado de São Paulo.

41. Citamos as palavras de Kevin Rudd, 1o Ministro da Austrália, aos imigrantes naquele país. "A Austrália não tem que se adaptar a você. É você quem tem que se adaptar à Austrália". Sarkozy, estadista global, reivindicou o direito de falar de imigração sem ser tachado de racista. Afirmou: "a imigração de hoje é a França daqui a 30 anos". Preservar sua Identidade é direito de todo Povo.

42. Ao se emigrar para um local, respeita-se os seus costumes e povo. Porém, o que se vê é migrante nordestino querendo se inserir na autoridade da terra alheia. E exigindo respeito.

43. Invasão é uma forma de agressão. Tem-se um quadro em que há exploração. Ao mesmo tempo em que amordaça as pessoas que se sentem invadidas, gerando forte sentimento de injustiça e censura. Lamentavelmente isto leva jovens à intolerância. O governo, que é sustentado pelos cidadãos, tem a obrigação de proteger esses cidadãos que o sustentam. Quando o próprio governo age contra esses cidadãos, está gerando a intolerância. Que acaba sendo uma reação ao mal, uma forma de defesa. Em suas esferas, torna-se o fomentador de grupos que utilizam a violência como extravasão. Um governo deve ouvir a opinião do SEU povo, e não pessoas que ditam ordens na terra alheia.


== Política e História

44. Apreciamos e incentivamos o livre intercâmbio entre todas as cidades paulistas. Pois possuem mesma identidade cultural, formando o povo paulista.

45. Repudiamos que candidatos a quaisquer cargos políticos no estado (e municípios) não sejam PAULISTAS, e com fortes raízes no Estado de São Paulo. É inadmissível que ocupantes dos poderes de um local administrem seus recursos, e zelem pelo interesse de locais externos. Façam migração em massa e assim elejam os seus, para espoliarem São Paulo em prol de suas terras. Migrantes que se elegem, e alcançam mais e mais poder político. Assim criam leis em benefício dos seus. Para imposição dentro da terra paulista. ref ítem 35

46. Grande parte dos políticos em São Paulo (região metropolitana), são nordestinos. O número de politicos nordestinos se elegendo aumenta a cada eleição. Curiosamente, isto não é encarado como preconceito anti-paulista. A fim de frear esta tomada, reivindicamos que - independente das opções partidárias, ideológicas, e eleitorais, sem desrespeito à legislação eleitoral - seja promovida para os cargos legislativos, a Campanha "Paulista vota em Paulista". Para conscientização da população.

47. É preciso resgatar a auto-estima do paulista. Tão presente e permitida em outros estados. Assim, reivindicamos que: professores do ensino público, formadores de opinião e disseminadores de informação, atendam aos mesmos requisitos mencionados de raízes paulistas. A preservação da identidade Paulista é direito do Povo Paulista. Direito que tem sido usurpado e negado. Não queremos mais o entreguismo de nosso estado nas mãos de poderes migrantes.

48. Da mesma forma, as vagas nos Concursos Públicos sejam destinadas prioritariamente a paulistas.

49.. O Povo Paulista conheça sua História. Nossos bairros e cidades foram bombardeados nas Revoluções de 24 e 32. Na Força Pública Paulista, haviam pequenos contingentes de migrantes, estes sim co-participantes conosco. Após 32, o lema era São Paulo não esquece, não transige, não perdoa. Sugerimos às Secretarias de Turismo que, nos locais bombardeados, hajam placas em referência a estes fatos históricos.


== Serviços públicos

50. Nenhuma Discriminação é mais brutal do que a Discriminação contra si mesmo. Conforme descrito no tópico "XI", ao se negar o direito de prioridade ao paulista, ele é que está sendo discriminado.

51. Apoiamos Projetos Democráticos como o PL nº 550/2004 (14/12/2004), sobre a criação do programa De volta para minha terra na capital. O programa é benéfico para aqueles que optarem pelo retorno. Repudiamos as palavras de entidades migrantes que, na ocasião, atacaram o Vereador proponente. Estas atitudes demonstram o caráter de tais entidades, de pretender impôr vontades na terra alheia. Nosso glorioso Estado de São Paulo não deve se curvar a exigências de migrantes.

52. Apoiamos antigas iniciativas, como o PL nº 229/1990, que limitava aos migrantes direitos que NÃO possuem. Reivindicamos que o acesso aos serviços e benefícios públicos por migrantes, seja restrito a pessoas que comprovem residência e trabalho fixo no estado de São Paulo há pelo menos dois anos. Conforme ítem 44, o uso seja livre entre todas as cidades do estado. Na ocasião, este defensor paulista, foi alvo de calúnias, chamado de hitler e outros insultos por parte de migrantes e da então prefeita. Que não queriam perder privilégios.

53. Reivindicamos a proibição de compra de casas populares (ingresso nos planos habitacionais) a quem tenha menos de cinco anos de domicílio no estado, antiga proposta do vereador Brasil Vita. É inconcebível que um migrante adentre no estado e obtenha imóvel em São Paulo, enquanto o paulista se sacrifica para pagar aluguel, sem invadir terrenos.

54. O Estado de São Paulo tem obrigação de atender ao SEU povo, cujos ancestrais investiram para que herdassem seu Progresso; a ele amam, vivem, e nele pagam impostos há décadas. São Paulo não tem obrigação de conceder serviços a migrantes, de atender a demanda de outros estados, ou de ter seus serviços públicos saturados por migrantes e descendentes. São Paulo deve cuidar dos seus pobres. E não dos pobres dos outros.

55. Inúmeros são os casos de migrantes que há anos invadiram terrenos paulistas. SP deu-lhes infra-estrutura. Assim tornaram-se proprietários. E hoje paulistas pagam aluguel a estes migrantes por estes imóveis. Faça-se um levantamento dos imóveis da capital, quais foram usurpados, e quais foram comprados honestamente. E se verá.a forma como migrantes despojaram São Paulo.

56. Migrantes estão muito bem empregados em SP - exaltando sua terra de origem, e agredindo nossa cultura. Salários compatíveis (superiores ao de muitos paulistas), benefícios trabalhistas, é o estado em que há maior fiscalização. Muitos comerciantes, pelas boas condições que SP lhes deu. Possuem imóveis, bens materiais, lazer. Enquanto inúmeros verdadeiros paulistas desempregados pagam aluguel, passam necessidades e aflições. ref. ítem 100

57. A oferta de empregos é estímulo para a migração ou permanência. Diante disto, reivindicamos incentivos a empresas que NÃO contratem migrantes, e dêem prioridade para paulistas. Estamos assim valorizando nosso povo.

58. Não bastando receber bilhões em recursos que enviamos, os governantes de seus estados estimulam a migração, pagando passagens, exportando seus problemas para São Paulo. Portanto torna-se ilógico proibir a São Paulo a prática do contrôle, alegando discriminação. Visto que estes estados possuem o direito de obrigar SP a receber os seus.

59. Repudiamos políticos brasileiros que nunca serviram a São Paulo, que ao necessitarem, correm para os hospitais paulistas.

60. Reivindicamos maior atuação do Ministério Público em defesa dos direitos da sociedade Paulista, e da Liberdade de Expressão, que é um dos direitos humanos. Organizações discriminam por "delitos de opinião". Provedores de Internet fazem exclusão arbitrária e unilateral de conteúdos. Opiniões estão sendo caladas. Reivindicamos locais onde recorrer na violação desses direitos.


== Preservação

61. Reivindicamos especial proteção às crianças paulistas nas escolas. Visto que, se há uma cultura ávida por benefícios, desrespeitosa com nossos professores, convivendo com nossa cultura mais pacata, é preciso protegê-la. Do contrário, pela omissão, é a nossa que estará sendo oprimida.

62. Repudiamos doutrinação ideológica nas escolas - favorável a qualquer lado - a crianças indefesas. Bem como práticas Gramscistas. Devem ser ensinadas, de forma imparcial todas as visões político-ideológicas, a fim de que o jovem decida sua opção quando tiver condições. Reivindicamos revisão do atual currículo escolar, por sua ocultação de fatos históricos paulistas. Que o método de aprovação e princípíos transmitidos em nossas escolas paulistas sejam: o mérito, a justiça, a liberdade e o esforço. Estes são os fundamentos nossa cultura e história - com que construímos nosso progresso.

63. O baixo desempenho do estado nos indicadores nacionais, são devidos aos migrantes. Valorizando a nossa Cultura e busca pela excelência, a qualidade do ensino virá como conseqüência.

64. Reivindicamos proteção ao nosso sagrado interior, contra a descaracterização. Migrantes chegam como trabalhadores temporários. Porém depois permanecem, causando arruaças, agressões aos idosos e crimes. Ou adquirem terras, que passam mais e mais para as mãos de não-paulistas.

65. Reivindicamos multas para empresas que contratarem trabalhadores temporários migrantes e não providenciarem a sua devolução.

66. Reivindicamos a re-paulistanização dos bairros e cidades da Grande São Paulo tomados por migrantes. Como as regiões de Santo Amaro, Itaquera, Guarulhos, Osasco, ABC, Brás, São Miguel, e diversas outras. Estes locais sejam retomados como territórios paulistas. Faça-se valer neles o respeito a Lei. Migrantes e descendentes devem respeitar a Cultura Paulista, portar-se com discrição e honestidade. Fique claro que ele é o visitante, e que o paulista é o anfitrião. Pois comumente agem como se fosse o inverso.

67. A situação da Baixada Santista. Cubatão por exemplo tem 89\% da população de origem nordestina. Guarujá tem um distrito praticamente todo nordestino (Vicente de Carvalho). São Vicente tem desde a década de 70 a maior favela do estado (Mexico 70) composta quase que unicamente por nordestinos. Paulistas são extrema minoria. É INACEITÁVEL esta agressão cultural !!! Uma das conseqüências são os altos índices de criminalidade em nosso litoral.


== Informações à População - Exploração externa e interna

68. Reivindicamos que sejam amplamente divulgados à população paulista os seguintes fatos:

69. O Estado de SP fornece 41\% de toda a arrecadação do Brasil. Recebe de volta 4\%. O que significa que São Paulo DÁ ao Brasil em impostos federais - R$ 180 bilhões POR ANO sem volta ou 100 bilhões de dólares. Este valor por décadas é maior do que o Plano Marshall - a ajuda dos EUA à Europa pós-guerra. A cada R$ 10,00 que um paulista paga em impostos federais, fica com aproximadamente R$ 1,10 e dá R$ 8,90 ao Brasil. Nos últimos 10 anos, o Brasil tomou dos paulistas mais de R$ 1 trilhão sem volta mais de 600 bilhões de dólares.

70. Os Carnavais no Brasil começam em novembro e terminam em março. Festas juninas interrompem o trabalho por um mês, em alguns estados. A carga horária semanal prática é reduzida. Existem ainda os carnavais fora de época intermináveis. Enquanto isto, o paulista esgota-se no trabalho, estudo, sacrifica lazer e família. Pesquisas já mostraram que chega-se a níveis de stress equivalentes ao de pessoas nas guerras.

71. Estes estados são ditos pobres, vítimas. Não raro colocam São Paulo como o culpado por suas condições. Estes diferentes estilos de vida geram diferentes resultados de riqueza e progresso.

72. Não obstante a subtração contínua promovida pelo Brasil, São Paulo representa sozinho 1/3 do PIB brasileiro, e fornece 41\% de impostos, significando que fornece proporcionalmente mais do que sua riqueza. Segundo a Fundação Seade, o PIB paulista cresce acima do PIB brasileiro. O PIB de São Paulo é maior do que de países como Chile e África do Sul. É como um país sustentando outro país.

73. A Região Sul fornece R$ 33 bilhões sem volta ao governo federal anualmente (números de 2009) As regiões Norte e Centro-Oeste recebem R$ 18 bilhões. O Nordeste recebe gratuitamente por ano R$ 45 bilhões do governo federal. São Paulo fornece R$181 bilhões sem volta ao governo federal por ano. É imensurável tamanha Discriminação e Escravismo.

74. Curiosamente isto não é encarado como preconceito ou discriminação. Ou seja, a visão é unilateral. Assim, nota-se que no Brasil, dá-se o sentido que se quer a estas palavras, com o fim de beneficiar a uns e calar a outros.

75. O jornal "O Estado de São Paulo", na edição de 08/05/2010, publicou entrevista com tema "União põe dinheiro no Metrô no país inteiro, nenhum centavo em SP".

76. Uma obra gigantesca como o Rodoanel possui orçamento total de cerca de R$ 20 bilhões. Com os valores tomados de SP, daria para construir 9 rodoanéis por ano. São Paulo paga menos a seus policiais e professores do que os estados que tomam os recursos de São Paulo.

77. O sistema em vigor há décadas, de tomada de recursos de SP para os demais, a pretexto de reduzir desigualdades regionais, mostrou-se INEFICAZ. Visto que enquanto houver quem forneça, nunca haverá o desejo de mudança em quem recebe. Quando se fala em reformas tributárias, nota-se que nos resultados finais, pretende-se violar ainda mais o Estado paulista

78. Além da extração dos recursos de São Paulo, pratica-se a imposição migratória, causando degradação cultural de dentro para fora, e destruição da sua identidade como povo.

79. São Paulo possui 3 universidades federais. O estado de MG, por exemplo, possui 11..

80. Nossas maiores universidades são todas estaduais. São Paulo é responsável por mais da metade da produção científica brasileira. O Instituto Butantã produz mais de 80\% dos soros e vacinas consumidos no Brasil. São Paulo se destaca na Agricultura e Indústria. É o maior destino turístico do Brasil, com 47\% dos turistas estrangeiros. São os recursos da Economia Paulista, que possibilitam ao governo brasileiro muitas vezes posar sobêrbamente no exterior.

81. Na Câmara dos Deputados, que representa a população, o voto de um acreano vale o de 7 paulistas. No Senado, que representa os estados, o voto de um sergipano vale o de 20 paulistas. Além disso, os estados das regiões votam em bloco. Para assim, vencerem como maioria, e decidirem como dizimarem o dinheiro tomado de SP. Além da inferior representação, muitos dos representantes de São Paulo NÃO são paulistas. Logo, pensam no aumento de recursos para suas terras natais. É uma situação degradante de semi-Colonialismo.

82. São tomados nossos impostos, e outros locais decidem como o administram, como verdadeiras Metrópoles com relação à Colônia.

83. Nota-se, portanto, que o Brasil NÃO se conduz pelo princípio de igualdade de direitos, e não possui assim governo representativo do povo como um todo, pertencente ao território sem qualquer tipo de distinção.

84. A Democracia real faz a descentralização do governo a nível regional e local, entendendo que o governo local deve ser tão acessível e receptivo às pessoas quanto possível. O povo é quem paga a conta das decisões que são tomadas em seu nome. Por isso a democracia deve ser praticada sempre de forma mais próxima, mais subsidiária possível. Pois os grupos sociais menores tendem a conviver sob os mesmos preceitos culturais.

85. Mesmo fazendo parte do mesmo país, os povos do Brasil possuem diferenças e são sub-grupos. Possuem suas particularidades, e sentem-se agrupamentos peculiares. Não há como uniformizar um território tão vasto, denominando-o um só povo, incorrendo no risco de atropelar características regionais. Isto justifica o uso do termo "povo paulista", como de qualquer outro estado ou região.

86. O espírito paulista é o causador de nosso Progresso. Porém, conforme citado no tópico XV, nossa cultura, mais recatada, não solicita gratuidades. Assim, na prática, a QUASE TOTALIDADE dos serviços públicos fornecidos por São Paulo, são para usufruto de migrantes - povos de outra Cultura. Nossos pobres paulistas - quando até mais necessitados - raramente requisitam benefícios. Diante disto, o paulista indispõe-se acuado, temendo acusações.

87. O paulista pobre é o mais ultrajado pela Migração, sendo a classe mais vulnerável. Visto que o migrante toma-lhe todos os direitos.

88. Migrantes são os que mais se apoderam dos serviços públicos. Postos de saúde, Poupatempo, transporte gratuíto, atendimentos de emergência, Assistência Social, etc - são para atender migrantes. Assim, o Estado de São Paulo - o contribuinte paulista - dispensa praticamente todos os seus préstimos para servir a migrantes. Vive e trabalha para atender os povos de outros estados. E não para si mesmo.

89. A grande maioria dos casos de violência nas escolas está relacionada a migrantes.

90. Diante do exposto acima, nestes aspectos - extração de impostos, e serviços públicos - São Paulo é atualmente o escravo do Brasil. Posição totalmente incompatível com sua Dignidade, Mérito e Grandeza.

91. Os bandeirantes deram ao Brasil a extensão de seu território. São Paulo deu ao Brasil progresso e riqueza. Pessoas passam fome em seus estados, migram, encontram o que não encontraram em seu estado natal. A despeito de tudo, o povo e políticos dos demais estados tem por São Paulo, rancor e ingratidão.

92. Migrantes recebem auxílio-aluguel. Programas como o "Mãe Paulistana" e similares, concedem enxoval e transporte gratuíto quase exclusivamente a migrantes. Afirmamos que: enquanto se ficar concedendo regalias, a migração será incentivada.

93. Há algum tempo, um projeto da Prefeitura da capital ofereceu R$5 mil para famílias de sem-teto, além das passagens para os desabrigados retornarem à sua origem. Porém, foi recusado pelos mesmos, pois não queriam perder bolsa, vale-leite, vaga em creche, etc. Conclui-se, pois, que a concessão de todo tipo de gratuidade é o incentivo para a permanência ou vinda de migrantes.

94. Quanto mais se constrói moradias, mais migrantes invadem São Paulo. Nunca serão suficientes os conjuntos habitacionais e creches. Pois assim que se estabilizam, mandam chamar o restante da família que ainda estão na terra natal.


== Realidades

95. A quase totalidade da população carcerária é formada por migrantes e descendentes.

96. Inúmeros são os casos de bandidos foragidos de seus estados, que fogem para São Paulo. Como o "pai de Eloá". Ou daqueles que cometem crimes em SP e fogem para suas origens. Dos crimes bárbaros dos noticiários, verifique-se a freqüente origem do praticante. Seus apelidos muitas vezes fazem referência a seus estados. Reivindicamos a publicação dos percentuais da criminalidade, referente a origem e descendência direita. Esta relação não sendo verdadeira, os próprios números desmentirão.

97. São Paulo possui cerca de 40\% dos presidiários do país. Proporção maior do que de sua população. O que sugere que SP sustenta bandidos de outros estados. Que vêm cometer crimes, aterrorizando a população paulista. Não podendo ser devolvido à sua origem, o detento é sustentado pelo discriminado contribuinte paulista.

98. Nosso estado não pode se transformar em um refúgio de criminosos. Sobrecarregando nossa Polícia com problemas que não são nossos. Reivindicamos, pois, à medida do possível, o cadastro dos migrantes de outros estados, que chegam ao estado de SP nos terminais. Incluindo recursos para moradia, emprego fixo, antecedentes criminais. Estas medidas não impedem o trânsito livre de pessoas de boa índole.

99. O migrante vê sua cultura como única, e obrigatória sua aceitação pelo outro. Não reconhece outras culturas. São, pois, atos de Xenofobia e Egocentrismo. Nas práticas descritas nos ítens 8, 15, 16 e 36, verifica-se métodos sórdidos de censura; desejo de extermínio cultural e ocupação; intolerância ao direito de existir do outro. Essência de caráter digna de regimes nazistas. No ítem 18, viés de dominação sobre outro grupo humano. Diante disto, reivindicamos que seja tipificada como prática equivalente a racismo.


== Controle migratório

100. É humilhante que migrantes utilizem hospitais de referência, como o HC, enquanto paulistas natos não têm acesso !!! Utilizam nossos hospitais públicos, postos de saúde, ambulatórios de especialidades de alta tecnologia. Paulistas esperam meses por uma consulta médica. O estado de São Paulo não tem obrigação de aumentar sua demanda para atender migrantes. E sim de direcionar suas vagas existentes para paulistas. Ambulâncias são tomadas de nossos idosos necessitados, para atender migrantes !!! Migrantes recebem medicamentos gratuítos e assistência médica domiciliar, enquanto muitos paulistas passam necessidade e dificuldades de locomoção ! Migrantes tomam as vagas de nossas crianças nas escolas e creches. Aumentam a demanda por merenda. Migrantes querem tomar tudo que pertence aos paulistas. Retiram medicamentos gratuítos, que paulistas necessitados pagam caro para adquirir. Migrantes praticam invasão de terrenos, e são premiados ganhando conjuntos habitacionais. Não amam São Paulo. Não amam os paulistas. Estão para pilharem TUDO que puderem.

101. Pela imposição cultural, por ser um estrangeiro na própria casa, por suas ruas inundadas de lixo, por seus hospitais e escolas tomados, por todas estas práticas citadas, paulistas se opõem à migração excessiva. E por isso são chamados de "preconceituosos".

102. Reivindicamos as seguintes medidas:

a) Torne-se crime no Estado de São Paulo, as invasões e loteamento de prédios urbanos ou terrenos - públicos ou privados. São Paulo não foi buscá-los em sua origem. Portanto, não tem obrigação de sofrer suas práticas.
b) Cobrança de água, luz e IPTU nas favelas, sem taxas diferenciadas. Sem tolerância a roubos de serviços e ligações irregulares, sendo também encarado como crimes.
c) Suspensão de TODO e QUALQUER benefício e gratuidades a migrantes. Gradual para os que já recebem. Seja pelo estado e todas as prefeituras. A saber: medicamentos gratuítos, auxílio-aluguel, mãe-paulistana, casas populares, leve-leite, uniforme, material, transporte escolar, cestas básicas, bolsas diversas, auxílios-financeiros, e todos os demais não-mencionados. Como já dito, SP deve cuidar dos SEUS pobres.
d) O uso dos serviços públicos (hospitais, postos, escolas, creches, assistência social, etc.) sejam limitados, conforme mecionado nos ítens 53 e 45.
e) A total proibição de camelôs e todo tipo de comércio ilegal. Nas ruas, praças e calçadas, barracas, etc. Com aprensão e prisão em caso de reincindência.
f) Tolerãncia zero com todo tipo de crimes
g) Não tolerar transgressão a leis contra ruído, desordens, arruaças em favelas, veículos de som e forrós ilegais, desrespeitos.

103. Todas estas parecem medidas radicais. Migrantes possuem a índole da vitimização, e certamente a usarão. Porém exigem firmeza e coragem, como UNICA FORMA de INTERRUPÇÃO da invasão cultural. Como exemplificado nos ítens: 94, 95 e 96. Entendemos como a única forma de Contrôle Migratório - dentro da Constituição Brasileira - o corte absoluto dos INCENTIVOS para sua permanência ou vinda. Aliado ao fim da censura e exigência de respeito na nossa terra.

104. Que passem a exigir de seus estados de origem. Vide ítem 77. São Paulo não se deve incentivar a migração, ferindo seu próprio povo contrariado, descrente e calado.

105. Sendo fruto de nosso espírito e nossa cultura, o nosso Progresso - Hospitais, Universidades, Expansão do Metrô - seja para usufruto do nosso povo verdadeiramente paulista.

De São Paulo para São Paulo. Para o bem de São Paulo.


== Cultura Paulista

106. Reivindicamos ao governo de São Paulo, que através da Sec. da Educação, inclua no currículo escolar a disciplina História de São Paulo. (ref. ítem 49).

107. Reivindicamos a execução do Hino Estadual Paulista nas escolas e em todos os eventos esportivos, o "Hino dos Bandeirantes". Letra de Guilherme de Almeida, e Música na versão de Sérgio de Vasconcellos Corrêa.

108. Reivindicamos a extrema valorização de Sociedades e Institutos relacionadas à nossa História, como expressão máxima do nosso orgulho. Que passem a ter o lugar de honra que merecem. Espaço no site oficial do Governo do Estado, e incentivos governamentais. E a valorização a sedes, edifícios, monumentos e ícones culturais, relacionados ao Estado de São Paulo.

109. Reivindicamos o restabelecimento do nome do Túnel 9 de julho, e a conclusão das reformas no Obelisco do Ibirapuera

110. Lamentamos condoídos as perdas irreparáveis ocorridas no incêndio no Instituto Butantã em maio/2010.

111. Expressamos ao Metrô, o desejo de que a estação Butantã da Linha 4 Amarela (em construção), tenha o seu nome alterado para Estação MMDC-Butantã, em homenagem aos mártires de 32. (ref. ítem 33 e 34)

112. Repudiamos as declarações odiosas do político Lula da Silva, em abril/2010, em que chamou nossa heróica Revolução Constitucionalista, de golpe. Na qualidade de Presidente da República e na certeza impune, vilipendiou o maior símbolo e escarneceu do povo paulista. Diante desta e outras situações evidentes de que vomita preconceito anti-paulista, reivindicamos que este senhor seja declarado "Persona non grata" no Estado de São Paulo - de modo semelhante ao proposto pela Ass. Legislativa do RJ com o deputado Ibsen Pinheiro. A memória eterna de nossos heróis, o sangue vertido, as lágrimas pelos nossos mortos, não podem ser pisados por um político preconceituoso e transitório. Reivindicamos que seja retirado o nome Getúlio Vargas de todos os logradouros do estado. Homenagear um ditador é inaceitável.


== Considerações finais

113. Rejeitamos quaisquer acusações de preconceito. Visto que nenhuma afirmação aqui feita é baseada em Conceitos prévios; e sim em fatos dos quais somos milhões de testemunhas oculares há décadas. Este é o grito amordaçado de incontáveis paulistas.

114. Fique esclarecido que os migrantes e descendentes - são os visitantes. Os paulistas são os donos-da-casa. E não o inverso, como pensam e agem. E assim ambos devem portar-se como tal.

115. NÃO compactuamos com quaisquer tipos de grupos extremistas, skinheads, neonazismo, etc., que pregam agressões, violências e outros crimes injustificáveis.

116. Rejeitamos calúnias de "racismo". Nossa cor não é branca, não é morena, não é negra. Nossa cor é São Paulo.


Certos do atendimento das autoridades às nossas reivindicações bandeirantes.
Como em 1932, diziam as faixas em comício na Praça da Sé, novamente nós dizemos.

Assim como no passado: SÃO PAULO PARA OS PAULISTAS !



Abaixo-assinados.


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