Testando14-04-2010 sign now


Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Declaração Universal dos Direitos Humanos - Artigo XIX


1. MOTIVAÇÃO

A participação popular inexiste no Brasil. A informação é difundida pela Mídia, que impõe doutrinas e idéias. Assim conduzem o pensamento das grandes massas. Ou por grupos ideológicos que dizem falar em nome do povo, mas que não o representam. A real opinião da população, de onde deveria emanar o poder, não possui espaço. É sufocada se estiver fora do padrão estabelecido. O Brasil vive uma ditadura de conceitos impostos unilaterais, na qual opiniões diferentes são ridicularizadas e criminalizadas. Este Manifesto pretende relatar o real pensamento do Povo Paulista. O número simbólico de assinaturas representa o pensamento de grande parcela da população. Pensamento amordaçado há décadas. Na pseudo-democracia do Brasil. Reprimí-lo, acusá-lo, atacá-lo, caluniá-lo, significa praticar essas ações contra esta parcela representada. Se as autoridades devem representar o Povo, e agem contra o mesmo, não está sendo seguido o princípio democrático.


2. AUTENTICIDADE

Atualmente tudo no Brasil é validado via internet. Como demonstrado nos procedimentos em todas as esferas de governo. A Secretaria da Receita Federal, recebe declarações do Imposto de Renda pela Internet. O Judiciário tem aceito petições de modo virtual. A Sociedade utiliza transferências bancárias, comércio eletrônico. Métodos amplamente aceitos por todos os setores da população. O site "PetitionOnline" é um serviço virtual internacional que armazena Petições públicas. Já possibilitou resultados impressionantes. Na Itália, cidadãos assinaram manifesto contra a cobrança de taxa em créditos de celulares. Uma lei foi criada impedindo tal cobrança. Uma entidade se manifestou sobre a maneira como a CNN retratou as mulheres muçulmanas. A emissora se viu compelida a pedir desculpas públicas após o manifesto on-line. O "PetitionOnline" é um serviço cuja autenticidade é reconhecida internacionalmente. Cada assinatura é validada. Duplicidades são automaticamente rejeitadas. Cada assinante recebe uma confirmação em seu e-mail. Portanto, o Manifesto Eletrônico é um meio autêntico e verdadeiro de Manifestação da Vontade e do Pensamento.


3. LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A Manifestação do Pensamento e Liberdade de Expressão são pilares do Regime Democrático. Sem eles, impera a opressão e a exploração.
Proibir a livre manifestação do pensamento é pretender a proibição do pensamento e, conseqüentemente, obter a unanimidade autoritária, arbitrária e irreal.
Quem começa a eliminar coercitivamente as discordâncias, logo a seguir estará exterminando os que discordam.
Não se podendo calar explicitamente, faz-se de forma mascarada. É proibido manifestar-se contrário ao que alguns estabeleceram ser o "correto".


4. INTOLERÂNCIA

O Brasil nunca deixou de ser um país de tradição autoritária. A Censura não ocorre mais às claras, e sim é hoje sutil e cabal. Há verdadeiros "crimes de opinião". Pessoas ameaçadas de dizer o que pensam ou injustiças que presenciam. Os antigos agentes repressivos da ditadura eram ao menos, de alguma forma, mais honestos. Os atuais em sua patrulha, querem usar o Estado contra opiniões diferentes. São covardes porque não estão abertos ao debate e à divergência de idéias. As ameaças de denúncias são os seus argumentos para vencer o debatente. Nunca, como hoje em dia, a liberdade de expressão esteve tão ameaçada. Quem define o que é "politicamente correto" ? Resposta: grupos que não toleram diferentes pontos-de-vista, e assim eles mesmos determinaram o que é "correto". Faz-se ameaças com a "lei". Pela repressão, sepulta-se o debate. Vivemos um tempo em que se usa denuncismo orquestrado para calar opiniões. Ao não se aceitar diferenças, faz-se denúncias em massa. E os receptores condenam sem critérios pela quantidade, e não pelo fundamento. Assim, cala-se opiniões contrárias.
O tema da Migração em São Paulo é o caso no qual os contrariados, de imediato, querem calar o opinante, e eliminar a opinião emitida. Prontamente armam-se com apelidos taxativos, têrmos pré-moldados, e ameaças. Completa intolerância a manifestações divergentes. Querer evitar o debate com denúncias, é uma forma de Autoritarismo.


5. RACISMO

Os primeiros habitantes de São Paulo eram basicamente portugueses e índios. Logo após chegaram os primeiros negros africanos, trazidos do Congo e Angola. Na Revolução de 32, havia a chamada "Legião negra", valorosos paulistas negros lutaram por São Paulo. Assim, as muitas raças constituem o Povo Paulista com sua Cultura. Não faz sentido haver racismos ou distinções por raças.
Por outro lado, o falso Racismo como arma de censura, deve ser igualmente denunciado. Pessoas cometem atitudes reprováveis. Ao serem criticadas por suas ATITUDES - independente da cor de pele - fazem-se de vítimas perseguidas por racismo, denotando ainda maior falta de caráter. Esta inversão de valores tornou-se perigosa arma de repressão, e deve ser DESMASCARADA e COMBATIDA.


6. MULTICULTURALISMO e PLURALISMO

Embora o nome sugira a convivência de culturas, são palavras usadas como Pretexto para se determinar um padrão cultural sobre todos. Os que se opõem são alvos de acusações. É, portanto, um meio de Intolerância. Se valores culturais são diferentes e convivem, aquele de mais exigentes padrões morais, será prejudicado pelo outro. Assim, uma Cultura oprimirá a outra. As Culturas locais devem ser respeitadas. Nenhuma Cultura deve fechar-se em si mesma. A globalização promove, de forma espontânea, a troca de valores culturais, sem desvalorização das Culturas locais.


7. DIVERSIDADE e XENOFOBIA

Cada local tem suas peculiaridades. A Diversidade constitui no respeito a estas diferenças. Logo, se um migrante adentra em uma região ou estado, e desrespeita seus costumes, não respeita a Diversidade. Pretender modificá-los, impôr os próprios, forçar os anfitriões a aceitar a descaracterização, é um ato de Xenofobia aversão ao que é diferente.


8. POBRES e SEGREGAÇÃO

Existem pobres em todos os grupos culturais. E em um grupo, há pessoas de todos os níveis sociais. Costuma-se colocar migrantes como sinônimo de pobres, com objetivo proposital de vitimização. Seja desmentida tal falácia. As sociedades não se dividem simploriamente entre ricos e pobres, como querem alguns. E sim agrupam-se em características culturais. Como representantes de todos os setores e níveis da sociedade paulista, repudiamos esta Segregação. Níveis sociais não determinam índoles e modos de agir das pessoas. E sim valores culturais.


9. PRECONCEITO

Pré-conceito é um conceito prévio sobre alguém ou um grupo de pessoas. Basta então olhar a veracidade das afirmações feitas sobre os mesmos. Se são verdadeiras, não existe Preconceitos.


10. IGUALDADE, JUSTIÇA, CIDADANIA, SOLIDARIEDADE

Só existe Igualdade se respeitados os princípios da Meritocracia. Só existe Cidadania não havendo o sentimento de desrespeito invasivo. Só existe Justiça se for transparente e livre de ideologias do fascismo politicamente correto. Só existe Liberdade se não há intimidação de expressões, sob quaisquer pretextos. Só existe o sentimento espontâneo de Solidariedade, se houver Justiça.


11. DISCRIMINAÇÃO

O Estado de São Paulo nunca recebeu investimentos do Brasil. Sempre foi um país à parte. Com visão diferenciada, livre iniciativa, economia independente. Não possuía riquezas que interessassem à Metrópole. Por isso, foi deixado de lado, enquanto outras regiões gozavam de investimentos do governo central. O Brasil se resumia ao RJ, MG e Nordeste. Os lucros do Ciclo do Ouro, do Cacau, da Cana jamais foram investidos em SP. São Paulo foi tido como insignificante por séculos pelo governo central. Assim viu-se obrigado a se desenvolver sozinho. Investiu nas lavouras de café, industrializou-se, construiu ferrovias e estradas. Na década de 1930, na capital foi elaborado o "Plano de Avenidas. São Paulo, com seu próprio suor, investiu para ser o que hoje é. Jamais recebeu dádivas do Brasil; ao contrário, foi o fornecedor de recursos. São Paulo não deve nada ao Brasil. Portanto, o usufruto desse investimento e trabalho deve ser para o Povo Paulista.

São Paulo recebe a incursão de pessoas de outros estados, que usufruem seus hospitais e escolas. Se há tratamento igual a quem de direito, e ao forasteiro, então há discriminação contra o primeiro. Se há igualdade de direitos a quem possui direitos diferentes, então está havendo distinção entre pessoas. Portanto, São Paulo tem o total direito de priorizar paulistas nos serviços prestados. A negação disto é discriminação contra quem possui o direito legítimo do usufruto. A Discriminação contra o possuidor por mérito, é uma violência mais agressiva que as discriminações gratuítas por origem.


12. SOMOS TODOS BRASILEIROS ?

São Paulo é dito brasileiro na suposta obrigação de oferecer seus serviços aos oriundos de outros estados. Disponibilizar seus hospitais e espaços. Porém, NÃO é considerado brasileiro no momento em que é explorado pelos demais. Desrespeitado em sua identidade, vontades, opiniões, e tratado com distinção. Ou seja, é brasileiro para com os demais. Mas os demais não são irmãos brasileiros para com ele. É hora do Povo Paulista pensar mais em si mesmo.


13. QUEM CONSTRUIU SÃO PAULO ?

Em uma terra desprezada pelo governo central, foi o espírito bandeirante que sustentou um empreendimento como as bandeiras, e construiu a riqueza que São Paulo hoje é. No sec. XIX, o café era plantado em quase todo o interior. No final do séc. XIX ao XX, São Paulo recebeu a vinda de imigrantes estrangeiros, principalmente italianos. Estes trabalharam arduamente, ajudaram a construir São Paulo. Menos de 10\% dos operários eram brasileiros. O italiano era a língua mais falada na cidade. A industrialização se acelera nas primeiras décadas, e a cidade cresce nos anos 30, 40 e 50 (Fonte: http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/saopaulo-historia.php ). O período se notabilizou pela consolidação de um vigoroso parque industrial.
Foram construídos os mais importantes edifícios, pontos turísticos e culturais. Entre as guerras mundiais, vieram 100 mil europeus e orientais de elevada qualificação profissional. A população do estado era inferior a 10 milhões de hab., e a capital possuía cerca de 2 milhões de pessoas. Até a década de 50 é que foram contruídas as bases para a grandeza de São Paulo. O número de migrantes brasileiros, e seu peso na Economia Paulista era irrisório. As fotos e filmagens do período atestam o perfil da população.

A partir da década de 60, com a chegada dos migrantes brasileiros sobretudo nordestinos e mineiros -, começa a degradação, com a construção de favelas, bairros irregulares e uma estrutura totalmente caótica de cidade. Na década 1960, foram causadores de 56\% de aumento da população da capital, com 120 mil migrantes por ano. Invasão devastadora que causou a descaracterização e agressão à Cultura Paulista. Devido a fatores culturais, os migrantes foram os responsáveis pela alta criminalidade em São Paulo desde então. Além de exigirem infra-estrutura e benefícios do governo paulista.

Migrantes NÃO construíram São Paulo por atuarem como pedreiros. Seja desmentida esta falácia. Assim fosse, com os recursos que recebem do Gov. Fed., por que não teriam construído uma potência em sua própria terra ? Migrantes NÃO são os responsáveis pela grandeza paulista. São Paulo não optou por esta mão-de-obra. Migrantes NÃO fazem trabalhos que o paulista não queira fazer. E sim roubam o emprego de jovens do nosso interior ou paulistas humildes. São Paulo não deve nada aos migrantes brasileiros. Muito ao contrário. São Paulo lhes fornece mais serviços, trata-os melhor do que seus próprios estados lhes tratam. E dizem-se discriminados!!! Grande percentual da população carcerária é formada por migrantes e descendentes. As favelas e uso dos serviços públicos, a descaracterização cultural é promovida pelos migrantes..

São Paulo recebeu várias culturas do mundo. E se orgulha de ser uma capital cosmopolita. Porém é a imposição migratória brasileira que é agressiva e impositiva. Quem construiu São Paulo foram os Paulistas.


14. SÃO PAULO É DE TODOS ?

Tenta-se vender essa idéia. Um aglomerado sem identidade. A Casa da Mãe Joana. Porém, anterior à migração imposta nas últimas décadas, São Paulo possui História. E um Povo que faz parte dela e o ama.

O colonizador de povoamento deixa sua terra natal, para não mais retornar. Deposita sua vida, tem amor intenso pela terra que o acolheu. O migrante de exploração pretende usufruir, extrair tudo que puder, despredá-la, e voltar para sua origem. Quer calar o anfitrião, exige dádivas, faz-se de vítima. Abandona-a quando não lhe concede mais benefícios.

Ao ingressar em uma terra que se admira, respeita-se os seus costumes e História. O migrante que chegou a partir da década de 1950/60, em busca de lucro e sustento, causando a depredação, imposição... está bem longe desta descrição.

Quem são os Paulistas ? São pessoas cujos pais e avós industrializaram São Paulo. Presenciaram a luta por uma Constituição. Deram "ouro para o bem de São Paulo". Lamentam-se ao ver as imagens pré-60 e a atual descaracterização. Pessoas que viveram em nosso interior, cultivando a autêntica Cultura Paulista.
Havia o sentimento de Povo Paulista. Nosso povo se uniu, empunhavam as bandeiras das 13 listras. Nossos soldados morreram em 32. Pagaram um alto preço em amor a São Paulo. Para que hoje, o Brasil tente destruir nossa identidade. Migrantes não escreveram esta História que o Brasil tenta nos apagar. Não são donos de São Paulo, não têm parte nisto. TODOS são visitantes. Mas São Paulo é de todos os Paulistas !!!


15. CULTURA e CHOQUE CULTURAL

Refere-se a costumes, comportamentos, valores, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Não existem culturas superiores ou inferiores, porém diferentes. A Cultura paulista é diferenciada com relação à cultura brasileira. E são estes valores culturais que levaram São Paulo ao progresso. Respeitamos todas as culturas. E exigimos que respeitem a nossa, que é agredida pela migração excessiva.

Sem generalizações, os valores culturais de um grupo, determinam comportamentos predominantes dos seus indivíduos. A Cultura migrante caracteriza-se por ser agressiva, violenta, arruaceira, simbolizada no fato de ter como seu herói a figura de um "cangaceiro" - cuja história representa os valores culturais de sua região. Daí a alta taxa de criminalidade cometida por migrantes no Estado de São Paulo. Devida a fatores culturais, independente de níveis sociais, pobreza ou riqueza. Não se trata de conceitos prévios, e sim de estatística. As favelas e camelôs não estão relacionados meramente à pobreza, e sim a valores. Invadir espaços, descaso com as leis. Dar-se o direito de apropriar-se. Vitimista Sempre inocentada. Inadimplência. Pedinte de gratuidades do Estado, obter bens e vantagens em tudo. Esta Cultura entra em grande choque com a Cultura Paulista. É importada e imposta à força para São Paulo.


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