Sim а extradiзгo de Cesare Battisti !!!! sign now

ABAIXO ASSINADO DE SOLIDARIEDADE АS FAMНLIAS DAS VНTIMAS DE CESARE BATTISTI E А FAVOR DE SUA EXTRADIЗГO

Nуs abaixo assinados nos solidarizamos com os familiares das vнtimas de Cesare Battisti, autor de quatro homicнdios comuns, consumados entre 1977 e 1979, com vнtimas atacadas de surpresa, dentre elas um aзougueiro pobre e um modesto joalheiro de periferia.

ELE Й UM CRIMINOSO COMUM E COMO TAL DEVE SER TRATADO.
Antes de cometer homicнdios, Cesare Battisti era ladrгo, abusou sexualmente de pessoa incapaz e seqьestrou uma pessoa. Com efeito. Cesare Battisti, nascido em 1954, comeзou a sua carreira criminal em 13 de marзo de 1972 ao consumar um crime de furto qualificado, na cidade italiana de Frascati, prуxima de Roma. Depois de do furto qualificado, em 19 de junho de 1974, foi processado por crime de lesхes corporais dolosas. No verгo de 1974 resolveu praticar roubo e seqьestro em local turнstico. Assim, em 2 de agosto do mesmo ano de 1974, na balneбria cidade de Sabaudia (Latina), realizou um roubo qualificado e seqьestrou uma pessoa. Para fins sexuais, Battisti, em 25 de agosto de 1974, seqьestrou pessoa incapaz e com violкncia obrigou-a а prбtica de atos libidinosos. Em 16 de abril de 1977, foi preso em flagrante delito por crime de furto.

No dia 6 de junho de 1978, por volta das 16h50, Battisti e o parceiro Diego Giacomini, com barba e bigodes falsos, entraram no aзougue de Lino Sabbadin. Perguntaram para a vнtima se ela era Lino e, depois de um sim, mataram-no com quatro tiros.

Pouco antes, por volta das 15 horas e na cidade de Milгo, Battisti idealizara outra execuзгo, a do joalheiro de periferia Pierluigi Torrigiani. Quando a vнtima abria a porta da joalheria, houve o surpreendente ataque a tiros. A vнtima, depois de atingida, conseguiu puxar a sua arma. Ao cair no chгo, a arma disparou e um projйtil atingiu o filho adotivo Alberto Torrigiani, que ficou hemiplйgico e utiliza uma cadeira de rodas. O joalheiro Torrigiani, como o aзougueiro, nгo era militante polнtico. Nos dois assassinatos nгo houve qualquer motivaзгo polнtico-ideolуgica.

Torrigiani, certa ocasiгo, estava jantando num restaurante de nome Transatlвntico e participou da reaзгo a um assalto, que resultou na morte dos dois assaltantes. Nгo sabia que eram ligados a Battisti, que, em represбlia, urdiu e participou do projeto covarde de assassinato de Torrigiani.

Por puro terrorismo, Battisti, em 6 de junho de 1978, matou com tiros pelas costas o maresciallo (equivalente a sargento da polнcia civil) Antonio Santoro, chefe dos agentes penitenciбrios do cбrcere da cidade de Udine. Em abril de 1979, em um bairro perifйrico de Milгo, saiu detrбs de um carro para disparar cinco tiros e matar o distraнdo policial civil Andrea Campagna, que conversava com a noiva e o futuro sogro.

Battisti conseguiu fugir de um presнdio italiano em 1981. Nos anos 1990, logrou homiziar-se na Franзa. Lб permaneceu atй ter sido deferida, pela Justiзa francesa, a sua extradiзгo. Com falso passaporte, trocou Paris pelo Rio de Janeiro.

Apуs ser preso no Brasil, a sua defesa, ressuscitou a tese de julgamento а revelia, sem ampla defesa, tese que jб havia sido afastada pela Corte Europйia de Direitos Humanos. Da Corte de Direitos Humanos da Uniгo Europйia, o reclamante Battisti recebeu uma contundente resposta: a sua opзгo pela fuga tinha sido a causa ъnica de audiкncias e sessхes de julgamentos sem a sua presenзa.

Portanto, os factуides criados pelo ministro Tarso Genro nгo tкm fundamento; cuja decisгo, aliбs, contrariou o уrgгo especializado do Ministйrio da Justiзa, o Comitк Nacional de Refugiados (CONARE), que havia recusado o pedido de Cesare Battisti.

Apostar na patriotada, -- da decisгo soberana--, representa tнpico arroubo autoritбrio, de quem nгo percebe a importвncia da cooperaзгo internacional e despreza valores humanitбrios.

A dor dos familiares das vнtimas de Battisti nгo contam para Tarso Genro e, Lula, que nгo leu o processo e sу conhece os fatos por embargos auriculares, sу perde prestнgio, infelizmente.

Nestes termos subscrevemos este documento e exigimos a imediata extradiзгo.

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