Prazo fixo de carreira como politico em Portugal sign now

Petiзгo para fazer um referendo nacional para estabelecer um prazo fixo para o exercнcio de carreira polнtica em Portugal.


O objectivo desta petiзгo й o pedir um referendo nacional para:

Estabelecer um prazo fixo mбximo de exercнcio de trкs mandatos de carreira para os polнticos em Portugal.
As condiзхes para esse exercнcio sгo as seguintes:

1) Pode-se candidatar ao exercнcio de cargo polнtico qualquer cidadгo Portuguкs com idade igual ou superior a 30 anos.
2) O prazo mбximo de exercнcio de mandato de qualquer cargo polнtico й de trкs mandatos no cargo para o qual o candidato tenha sido eleito.
3) O prazo de trкs mandatos й vбlido para todos os cargos polнticos, nomeadamente, a nнvel autбrquico, de governo regional, governo central e assembleia da repъblica.
4) Nгo pode exercer qualquer cargo polнtico qualquer cidadгo que tenha passado a idade de reforma do regime geral da Seguranзa Social. Se todos os profissionais em Portugal esperam estar reformados a partir dos 65 anos de idade, o mesmo princнpio aplica-se tambйm aos polнticos. Se o cidadгo comum й considerado incapaz para o exercнcio duma profissгo a partir dos 65 anos de idade, os polнticos nгo sгo excepзгo pelas mesmas razхes que levam os restantes cidadгos dum paнs a ser reformados a partir dos 65 anos de idade.
5) Nгo pode exercer qualquer cargo polнtico, um candidato cuja idade nгo permita o integral cumprimento dum cargo e mandato para o qual tenha sido eleito antes de atingir a idade de reforma. Ou seja, um candidato com 64 de idade nгo pode concorrer para um cargo de 4 ou 5 anos de mandato por atingir a idade de reforma antes do final do cargo.
6) O motivo pelo qual um candidato se pode candidatar entre os 30 anos de idade e a idade de reforma й simples, permite um prazo de 35 anos para o exercнcio de atй 15 anos de vida polнtica ъtil na vida de qualquer cidadгo em plena posse das suas faculdades mentais e fнsicas.
7) Nгo pode ser candidato ao exercнcio de um cargo polнtico qualquer cidadгo condenado por crime violento ao abrigo do cуdigo penal Portuguкs. Tambйm nгo pode ser candidato a um cargo polнtico qualquer cidadгo que incite actos de violкncia publica para fins polнticos.
8) Os salбrios de eleitos para cargos polнticos devem ser equivalentes ao salбrio da letra da funзгo pъblica de que sejam detentores no caso de funcionбrios pъblicos. Nгo tкm direito a qualquer reforma ou indemnizaзгo suplementar ou cumulativa apуs o final da sua carreira polнtica, afim de evitar os abusos inerentes que se tкm verificado nos ъltimos 30 anos.
9) Eleitos para cargos polнticos nгo podem exercer cargos mъltiplos ou acumular funзхes e salбrios no exercнcio dos cargos para que forem eleitos.
10) Qualquer candidato a um cargo polнtico autбrquico, de governo regional, governo central ou Assembleia da Republica apenas pode exercer carreira uma vez. Й expressamente proibida a candidatura a outro cargo polнtico a um candidato que tenha exercido trкs mandatos numa qualquer carreira polнtica. Pode-se no entanto cumprir trкs mandatos em qualquer бrea polнtica atй ao limite total de trкs mandatos. Entende-se por бrea politica o poder local, central e presidкncia da repъblica.
11) Todos os candidatos a cargos polнticos ou de chefia/directores na funзгo pъblica sгo obrigados a declarar todos os seus bens а fazenda pъblica e tribunal constitucional. No final dos seus mandatos, todos os seus bens e de familiares imediatos serгo auditoriados afim de procurar sinais de riqueza indevida.
12) Bens obtidos por meios comprovados de corrupзгo activa ou passiva serгo confiscados e reverterгo a favor de instituiзхes de caridade. Polнticos corruptos serгo acusados de corrupзгo e sabotagem econуmica do paнs e se considerados culpados serгo condenados a penas efectivas de nгo menos de 15 anos de prisгo sem qualquer direito a comutaзгo de pena.

Como diz o velho provйrbio, quem nгo deve nгo teme. Os ъltimos 30 anos de vida polнtica, social e econуmica em Portugal apenas demonstraram que um paнs que teve as mesmas possibilidades de ressurgimento social e econуmico do nosso vizinho Espanha depois de 1974, foi abismalmente mal governado por uma classe polнtica da maior irresponsabilidade, da mais crassa incompetкncia que alguma vez foi vista na histуria de Portugal. Nunca nos cerca de mil anos de histуria da nossa naзгo foram tгo poucos responsбveis por tгo grande degradaзгo, tгo grande traiзгo e reduзгo de tгo grande naзгo a tгo grande insignificвncia no contexto mundial em tгo pouco tempo. Um fardo e heranзa pesadнssima que jб persegue e vai concerteza perseguir as prуximas geraзхes de Portugueses.

Temos uma classe de polнticos com uma falta de classe, falta de transparкncia na sua governaзгo, falta de competкncia, falta de sentido de estado, falta de vergonha, duma vaidade, duma prepotкncia e ganвncia de poder e arrogвncia como nunca antes visto. O resultado de nomeaзхes polнticas de incompetentes, de rotaзгo de lugares, governaзгo а vez, bloqueamento de governaзгo para fazer e manter mero debate polнtico, esbanjamento de fundos, procura e manutenзгo de tachos bem colocados, ordenados e indemnizaзхes multimilionбrias, indivнduos que deveriam ser sumariamente demitidos de cargos pъblicos serem promovidos para cargos de directores das grandes empresas do sector publico para depois serem reformados com reformas e indemnizaзхes que sгo um insulto puro ao paнs. Tudo isto й do conhecimento pъblico, faz parte dos ъltimos relatуrios da OCDE sobre Portugal, relatуrios que envergonham o nosso povo, o nosso paнs, pela falta de classe que a classe de polнticos que temos eleito em Portugal tem.

Temos um sistema de ensino irreal, que nгo prepara geraзгo atrбs de geraзгo para a vida real, ensina-se tudo menos a ser elementos ъteis para a sociedade. Nгo hб cursos tйcnicos que formem jovens para a vida social e econуmica real que os espera como jovens adultos. O sector profissional й o mais penalizado. Temos um sistema de ensino refйm duma indъstria de editores que todos os anos obrigam os pais a despesas astronуmicas com livros que podiam muito bem passar de irmгos para irmгos como era noutros tempos. Muda-se uma pбgina aqui, um parбgrafo acolб, para inutilizar um livro e obrigar a novas compras todos os anos. O estado compactua com esta imposiзгo e o ensino ou falta de ensino й o resultado final.

As reformas polнticas de 1975 nгo foram acompanhadas por reformas fiscais para a economia, a fiscalidade da opressгo afundou toda a economia Portuguesa num marasmo de burocracia que praticamente afundou o paнs no descrйdito internacional, na desilusгo nacional e na misйria econуmica que vivemos. O fosso entra a riqueza e a pobreza aumenta a passos largos, e a ъnica coisa que os polнticos sabem pedir й mais dinheiro a quem quase jб nada tem para dar. Mas cada vez que hб ministros novos bem sabem exigir logo viaturas de dezenas de milhar de contos porque as dos colegas anteriores nos mesmos valores jб nгo lhes servem. Coitados, e dizem que sгo mal pagos.

Temos um exйrcito a defender interesses que nгo nos dizem respeito a meio mundo de distвncia, mas nгo defendem o nosso territуrio de quem o reduz a cinzas por dentro. Existe uma indъstria a viver dos incкndios e da destruiзгo do nosso paнs e ninguйm pбra esta vergonha. Nгo й preciso ser cientista para saber que os incкndios em Portugal nгo sгo causas naturais, sгo 100\% fogo posto por muitos interesses, nada se faz para prender ou alterar a lei e prender com prisгo perpйtua quem tгo grandes danos estгo a fazer ao nosso paнs. Os danos ecolуgicos sгo incalculбveis, nгo se sabe atй que ponto irreversнveis em muitos casos, quando а uns sйculos meia dъzia de cabras deixadas na Ilha do Sal em Cabo Verde pelos nossos marinheiros reduziram em pouco mais de 200 anos uma ilha luxuriante em vegetaзгo ao deserto que hoje й, imaginemos o que estes incкndios vгo e estгo a fazer ao nosso paнs em dйcadas. E a ъnica coisa que os nossos polнticos dizem й que se tem que limpar as matas, como se fosse alguma vez possнvel dada a extensгo das mesmas, humana e logнsticamente fazer tal coisa. Antes de 1975 curiosamente nгo havia incкndios, vб se lб saber porquк. Pessoalmente acho que era porque tнnhamos a melhor corporaзгo de bombeiros da Europa na altura, a PIDE. Com eles por perto penso que atй os fуsforos tinham medo de se acender. Mas o direito de reduzir Portugal a cinzas deve ter sido uma das chamadas conquistas do 25 de Abril. Sim, porque esta moda dos incкndios de verгo aumentou vertiginosamente a partir de 1977 sensivelmente. E porque qualquer pessoa que tem um palmo de terra sabe, a vegetaзгo nгo entra em combustгo espontвnea аs temperaturas naturais de Portugal. A prova evidente й que em 28 anos de incкndios contнnuos, apenas temos tido incкndios em zonas verdes, zonas precisamente de sombra, de difнcil acesso a bombeiros, e apenas o ano passado a parte do paнs que deveria ter ardido primeiro sempre se fosse verdade que a vegetaзгo entra em combustгo espontвnea, o Alentejo e Algarve arderam porque jб pouco havia para incendiar. Isto porque o Alentejo e o Algarve sгo zonas de erva seca que deveria arder mais prontamente que as nossas matas e nгo nem tem sido o que se tem verificado. Ano apуs ano.
Muito mais estб errado com o nosso paнs, tudo pela falta de competкncia de polнticos que apenas fazem demagogia e nada fazem pelo paнs, senгo interferir na economia, interferir na vida geral dos Portugueses pela negativa e estгo literalmente a contribuir para a destruiзгo do nosso paнs com a sua desgovernaзгo. O objectivo desta petiзгo й o de obrigar a uma rotaзгo constante de pessoas pela competкncia, apostar na renovaзгo de ideias e caras novas, manter o paнs em movimento e mudanзa atravйs da renovaзгo constante de quadros. Temos de acabar com esta classe que se diz Republicana e que estб simplesmente a criar uma nova monarquia com outro nome, isto vк-se porque sгo as mesmas caras a mudar de cadeira а 30 anos, os filhos jб entrecasam (sinal da nova dinastia a ser criada), sempre que hб novas eleiзхes vк-se os filhos e filhas com posiзхes na comunicaзгo social, em posiзхes de destaque, etc, tambйm nгo de chamam condes nem duques, mas adoram outros tнtulos os Exmos Srs Prof Drs, Exmos Srs Presidentes das Comissхes.dos Comitйs, Suas Exas os Exmos Srs Prof Drs Presidentes de, etc, etc. Й disto que esta gente vive a fazer vйnias uns aos outros em vez de governar o paнs. Й nesta classe que os Portugueses votam desde 1975. Й esta gente que permite que o nosso paнs esteja irredutivelmente a ser reduzido a cinzas.
Chegou a altura de dizer basta, chegou a altura de responsabilizar estes indivнduos pelo que estгo a fazer ao destino da nossa naзгo, chegou a altura de obrigar quem quer ou diz querer governar, a fazer isso mesmo ou pagar caro por enganar a naзгo.
Chegou simplesmente a altura de correr com os megalуmanos que destroem o nosso paнs desde 1975. Em 10 milhхes de Portugueses deve concerteza haver gente bem mais competente disponнvel para gerir os nossos destinos. Estes jб mostraram por demasiado tempo que o ъnico destino que governam bem й o deles, nгo o do paнs.






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Sophie SinghBy:
Nature and EnvironmentIn:
Petition target:
Presidente da republica, Assembleia da republica

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