Nova ética jornalística sign now

A cultura da celebridade produz um curioso fenômeno na sociedade, a mimetização. Anônimos que sentem a necessidade de dar sentido a suas vidas, que pensam vazias, passam a imitar as atitudes e ações de quem é tornado célebre pela mídia.

Quando a imitação feita é de celebridades que são exemplos de vida ou no mínimo personalidades a seu modo divertidas, tal fenômeno não chega a ser nocivo.

No entanto, após uma grande tragédia e a natural comoção da sociedade, a divulgação pela imprensa acaba por celebizar assassinos, sequestradores e toda sorte de criminosos. Essa celebrização termina conferindo uma identidade e reconhecimento a quem comete esses crimes. Para muitos anônimos que sentem-se intimamente deploráveis e derrotados porque a sociedade não os reconhece, essa celebrização é o objetivo final, mesmo que após sua morte. Pior do que isso, ela inicia um novo ciclo de imitação, pois os criminosos celebrizados servem de exemplo a outros indivíduos, certamente perturabos, que percebam-se na mesma situação.

Com a tragédia ocorrida em Realengo em 7/4/2011, o fenômeno da celebrização do assassino começa a ocorrer novamente. Para que a imprensa brasileira não sirva de intrumento para isso, pedimos aos veículos de imprensa, jornalistas e blogueiros do Brasil uma nova postura ética na divulgação destas tragédias em que:

1) Não seja divulgado o nome completo de nenhum criminoso responsável por estas tragédias que impactam a sociedade e têm ampla divulgação da imprensa, sendo referidos apenas por suas iniciais;

2) Não sejam divulgadas fotos ou vídeos desses criminosos, sejam os de seu passado, do ato criminoso ou de sua prisão ou morte, optando-se ao invés disso por alterar tais imagens ou peferencialmente ocultá-las;

3) Não sejam divulgadas cartas, testamentos, e-mails ou qualquer espécie de texto produzido por estes criminosos onde façam exigências ou dêem explicações para seus atos;

4) Enfim, que na cobertura destes casos, opte-se por não usar o jornalismo para dramatizar ou glamourizar a história de vida e os atos criminosos.

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Veículos de imprensa, jornalistas e blogueiros do Brasil

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