Mourinho na Selecção Nacional sign now

MOURINHO À SELECÇÃO, JÁ !

Estamos em Setembro de 2007, a quatro jogos de acabar a fase de qualificação para o Europeu de 2008, organizado a meias entre a Áustria e a Suíça. Até agora, nada está perdido mas a situação está muito complicada tendo a Selecção Nacional de vencer os quatro jogos que restam por forma a conseguir qualificar-se. Esta situação não pode deixar de constituir uma surpresa para os adeptos que se habituaram a, nos últimos anos, ver a equipa portuguesa nos lugares cimeiros das competições onde tem entrado. Os jogadores são quase os mesmos, o treinador é o mesmo e, no entanto, estamos à beira de voltar aos tempos antigos das vitórias morais em que ficávamos sentados a ver passar os adeptos dos outros países rumo aos grandes estádios para apoiar as suas equipas. E porquê?

Poderá haver tantas explicações quanto as cabeças que pensarem no assunto mas salta à vista que, em diversos momentos, houve uma notória falta de empenho por parte dos jogadores, acrescida de manifesta falta de ambição por parte de um treinador que é, reconhecidamente, um bom líder de grupo mas que, do ponto de vista técnico, levanta muitas dúvidas a ainda mais gente.

Scolari definiu como estratégia para o apuramento conseguir empatar nos jogos fora e vencer as partidas em casa. Foi um passo em falso porque o treinador caiu no erro de confiar nos seus jogadores, esquecendo-se de que, como é hábito nos jogadores nacionais, baixar a fasquia ou aligeirar a pressão é um mero convite ao relaxamento e ao desbaratar de preciosos pontos. Como seria de esperar, os "azares" aconteceram e Portugal vê-se agora numa situação de aflição.

Para cúmulo, como se já não bastassem as más exibições e os piores resultados, o seleccionador nacional resolveu (ainda que com possíveis boas razões) tentar agredir um jogador da equipa adversária em pleno relvado conseguindo, com isso, criar uma situação embaraçosa para a Federação e gerar uma punição da UEFA que acaba de condenar Scolari a não comandar a equipa das Quinas nos quatro jogos decisivos do apuramento.

Se olharmos para o péssimo currículo da Selecção Nacional nos últimos 15 jogos (5 vitórias, 6 empates, 4 derrotas) somos tentados a cair no sarcasmo e dizer que a UEFA nos acaba de fazer um favor. Mas isso é demasiadamente fácil e pouco útil. Aquilo a que o país tem direito é ver a equipa de todos nós, se não a jogar bem, pelo menos, a ganhar e a apurar-se para o Euro 2008 onde temos a hipótese de praticamente jogar em casa, atendendo à enorme população portuguesa que habita na Europa Central. E, para que Portugal se apure, é absolutamente necessário que a equipa seja motivada e conduzida com brilhantismo e ambição, coisa que Scolari não parece estar em condições de conseguir.

Mais do que o resultado de um soco (que só conseguiu evitar uma discussão, essa sim importante, sobre o nosso mau percurso), a presente situação é fruto de consecutivos maus resultados que têm de parar já! Queremos Portugal no Euro 2008!!!, com ou sem Scolari, Ronaldo, Quaresma ou quaisquer outras vedetas de dentro ou fora do relvado.

Curiosamente, o destino parece-nos ter enviado uma bóia que, talvez, possa evitar que afundemos o prestígio nacional com mais uma polémica medíocre. No preciso dia em que Scolari é castigado pela UEFA, José Mourinho, o português que muitos consideram o melhor treinador do mundo, um homem cheio de títulos e espírito ganhador, abandona o Chelsea, clube onde venceu dois campeonatos da Liga Inglesa, uma taça de Inglaterra e duas taças da Liga em apenas três anos. Isto para além de um segundo lugar na Liga inglesa e duas presenças nas meias-finais da Liga dos Campeões.

Mourinho já manifestou, por mais de uma vez, o desejo de treinar a Selecção Nacional, apenas colocando a condição de o não fazer nesta fase da sua carreira. Pois bem, aquilo que aqui se defende é que Mourinho altere o seu calendário para tomar as rédeas da equipa portuguesa pelo menos até ao fim da fase de apuramento. O essencial é que Portugal se apure!

Cabe a todos nós convencê-lo de que não é preciso esperar mais 12 anos para poder treinar Portugal. Cabe a nós convencer a Federação Portuguesa de Futebol de que é preciso fazer algo e de que não podemos voltar às contratações de treinadores de segundo plano (não foi, diga-se em abono da verdade, o caso de Scolari). Queremos que Mourinho conduza Portugal ao apuramento e, se assim o entender, possa ser campeão da Europa com as Quinas ao peito.

Mourinho tem muito tempo pela frente. A selecção nacional, não.


http://aospapeis.blogspot.com

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