A crueldade nos Rodeios precisam acabar sem acabar com os Rodeios sign now

Estamos republicando no You Tube alguns vídeos já conhecidos e algumas cenas exclusivas que recebemos como contribuição para chamar a atenção de nossas autoridades sobre o que ainda acontece em alguns rodeios brasileiros. No vídeo mais recente em nossa página www.youtube.com/amaurizanforlim mostramos cenas de rodeio ocorridas em 2007 no interior paulista que realmente choca e emocionam a todos que vêem, eu confesso que fiquei muito comovido. Por outro lado os organizadores dizem que não há crueldade, e que as imagens não correspondem mais a atual realidade, também são sistemáticos em evocar os fatores econômicos, fato que virou chamada principal das TVs e imprensa que são pagas para divulgar esses eventos.
Sempre farão isso . A grande verdade é que, com a implementação do tal circuito profissional de rodeio no Brasil, mas que sinceramente, desses que mostramos aqui, em nossa opinião e na de especialistas, inclusive de instituições internacionais, a diferença do profissional e não profissional é que um judia mais e outro menos. Ambos estrangulam animais na prova do laço, ambos causam terror psicológico nos animais durante e antes dos rodeios nos treinos das montarias a cavalos, touros e bois. Que Deus abençoe todos os peões e organizadores de rodeios sim, mas que acima de tudo Ele e Nossa Senhora Aparecida leve aos seus corações o bom senso, e de uma vez por todas acabem com essas provas, e não com o rodeio.

É possível sim fazer uma festa country sem elas, mas sim com as provas do tambor, a cavalgada, a queima do alho, a palha no chão, a exposição de gados, bezerros, carneiros e etc. Sou fã do rodeio assim, sou fã do rodeio com o cantor Daniel, Chitãozinho e Xororó, do Victor & Léo, do César Menotti & Fabiano, do João Neto & Frederico, do João Bosco & Vinicius e tantos outros que sempre me motivou a ir a rodeios, inclusive trabalhar neles como fotógrafo. Mas o que sempre me apertou o coração e ainda aperta, foi e sempre serão as provas que aqui citamos. Começamos uma campanha contra algumas provas de rodeio no último dia 25/08/08, o que já é feito por ONGs em todo o Brasil e mundo há décadas, e que agora também é feito por nós de forma mais efetiva, pois nossa história de vida e trabalho em rodeios durante 3 anos 2006/2007/2008, foi sempre o registro dos shows dos grandes artistas, dos camarotes, dos camarins e das exposições de gados.

Nossa intenção não é atacar, não é prejudicar de forma alguma esses eventos, mesmo porque, o maior lucro dos rodeios são os shows, as áreas Vips desses eventos, locais, onde montarias e provas cruéis como a de laço a bezerro atualmente são consideradas como coisas desagradáveis. O público de rodeio a cada dia se renova, e essa campanha que pego carona de forma verdadeira jamais acabará enquanto essas provas não acabarem. A população mundial, em sua maioria, se feita à pergunta correta, e mostrado como e pelo o que os animais passam diariamente nos rodeios do mundo, desejariam que o mesmo nunca existisse da forma que ainda acontece. Essa é a reflexão que pedimos através de nossa campanha no site www.euodeiorodeio.com que conta com espaço para opinião e uma enquete.

Como disse Ghandi, "A grandeza de uma nação e o seu progresso moral, podem ser avaliados pela forma como tratam os seus animais". Da primavera alguém poderá até destruir algumas flores, mas jamais acabará com ela, como a luta em defesa a vida. Vamos "ecoar" nossas palavras aqui escritas, para os quatro cantos deste mundo através da Internet, na certeza que um dia, tudo que aqui debatemos seja a lembrança de uma luta que valeu a pena, pois não haverá nesse mundo quem um dia não admitirá que o que nós e muitas ONGs defendem, sempre foi a mais justa das defesas, mesmo que nesse dia não estejamos mais nessa vida.
Reafirmamos, as festas de rodeio envolvem diversas atividades, além das práticas que se utilizam de animais, tais como shows, feiras, parques de diversões, bares etc., e já é comprovado que a enorme maioria dos freqüentadores destes eventos estão lá por conta de toda essa agitação, e não com o cunho de assistirem às provas envolvendo os animais. Ou a assistem por ignorância dos fatos. Já, outras pessoas não comparecem, pois possuem um posicionamento acerca disso, preferindo não ir á eventos que promovem rodeios.
E apesar da origem norte-americana do RODEIO, até mesmo por lá esta prática não tem sido considerada cultural, havendo, inclusive, cerca de 15 cidades que já proíbem essas práticas em seu território, entre elas Fort Wayne (Indiana) e Pasadena (Califórnia). Já passou o tempo da população e de seus representantes no Legislativo, no Executivo e no Judiciário evoluírem e, finalmente, perceberem que a utilização de animais para a satisfação do ego humano é algo totalmente ultrapassado.

Não se pretende impedir a festa tradicional das cidades, mas tão somente impedir o sofrimento desnecessário dos animais nela utilizados. Queremos VIDA e diversão de forma legítima e legal.
Amauri Zanforlim, cidadão brasileiro, com muito orgulho, de ser brasileiro, obrigado.
Repórter-fotográfico em Birigüi, 40 anos,casado, uma filha, autônomo, é fundador da Ong Galbi Grupo de Acompanhamento do Legislativo de Birigüi, tendo atuado como seu presidente por 3 anos (presidente interino atual). Idealizador de quatro campanhas de desarmamento em praça pública na cidade de Birigüi em parceria com a Polícia Federal de Araçatuba-SP. Autor da primeira denuncia nacional sobre pornografia adulta no site www.8p.com.br das empresas Globo.com (denuncia atualmente em tramitação na Polícia Federal e no Ministério Público do Rio de Janeiro junto ao 7º Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Investigação Penal). Autor de duas campanhas antinepotista no interior paulista através da Ong Galbi, que foi reconhecida pela mídia do estado de São Paulo como uma das primeiras ONGs do interior a abraçar essa causa. Somos também autor de denuncia eleitoral na cidade de Curitiba Paraná sobre páginas de candidatos no Orkut atualmente, que foi encaminhada a 177º Zona Eleitoral do TRE-PR. Na história da câmara municipal de Birigüi fomos o primeiro a utilizar a tribuna livre do legislativo para em 2004, ano de sua implantação, debater o excesso de publicidade visual em nossa cidade, criticando principalmente as empresas e pessoas que aqui no interior tinham por hábito afixar faixas, cartazes e placas em árvores e coqueiros de nossa cidade, inclusive em alguns casos pregando estas publicidades nas árvores (hoje temos leis mais severas em nossa cidade e país sobre o assunto). Somos também autor de mais de 300 artigos sociais sobre diversos temas, publicados em jornal impresso e Internet (alguns artigos inclusive que cito o caso da exigência legal de banheiros em bancos, fez a promotoria pública de Birigüi abrir inquérito para investigar o caso . No artigo BANCOS X BANHEIROS debatemos a lei não cumprida e apresentamos no mesmo um levantamento feito por nós da realidade dos bancos neste quesito a época da discussão). Além de atuar em parcerias com entidades e já estar na internet há 10 anos sempre trabalhando em prol de nossa comunidade.
Autor dos sites:
www.zanforlim.com (no ar)
www.revistadeaaz.com (no ar)
www.papairazzo.com ( no ar)
www.euodeiorodeio.com (no ar)
(18) 9788.5548
Leis:

A nossa Constituição Federal, no seu Art. 225, parágrafo 1º, art. VII, impõe ao Poder Público e à coletividade o dever de "proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade".

O Decreto Federal nº 24.645/34, que tem força de lei e que vigora até os dias atuais, estabelece medidas de proteção aos animais e, entre numerosos Artigos proibitivos de maus tratos, estabelece:
Art. 1º: "Todos os animais existentes no país são tutelados do Estado"
Art. 2º- Parágrafo 3º: "Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades protetoras de animais".

Lei dos Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605/98), no seu Art. 32, tipifica como CRIME "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos"...

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais, publicada em assembléia da UNESCO, em Bruxelas, 1978, no seu Art.10º preconiza: Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem. A exibição dos animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal".

Considerações finais e conclusões:

Por todo o exposto, dúvidas não há de que a prática de rodeios é inconstitucional e ilegal, aquela por serem são totalmente contrárias ao exposto no artigo 225, §1º, VII de nossa Constituição, sendo obrigação do Estado primar pelo ambiente sadio e equilibrado, vedando-se práticas que submetam os animais a crueldades e esta por ferirem especialmente o Decreto getulista (24.645/34) e a Lei de Crimes Ambientais, que considera esses atos como crimes de maus-tratos (lei 9.605/98, artigo 32).

Aliás, falando-se em prática inconstitucional, de se ressaltar que a Lei 10.519/02, que dispõe sobre a promoção e a fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização de rodeio e dá outras providências, é totalmente inconstitucional, pois pretende legalizar uma atividade que é condenada em nossa Constituição Federal, já que os maus-tratos e a crueldade cometidos com os animais nos rodeios são indubitáveis.

Muito pertinente o exposto no acórdão proferido pela 8ª Câmara de Direito Público do TJ-SP, pela Desembargadora Teresa Ramos Marques, apud Levai, Laerte Fernando, in Direito dos Animais, 2 ed., Campos do Jordão: Mantiqueira, 2004. p. 58: Um certo instrumento, ou uma determinada prova, não deixam de ser cruéis simplesmente porque o legislador assim dispôs. Não se desfaz a crueldade por expressa disposição de lei (Apelação n.º 168.456.5/5-00)

Considerações do ilustre Promotor de Justiça Dr. Laerte Fernando Levai, in parecer sobre os rodeios, boletim do IBCCRIM de fevereiro de 2000, apud Cruéis Rodeios a exploração econômica da dor, de Vanice Teixeira Orlandi: Não se pode aceitar a tortura institucionalizada de animais com base na supremacia do poder econômico, nos costumes desvirtuados ou no argumento falacioso de que sua prática se justifica em prol do divertimento público, sob pena de se adotar a máxima maquiavélica de que os fins justificam os meios.

Usar animais para entretenimento é resquício de uma época de bárbaros.
Não há mais lugar para tal tipo de "diversão.

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