59 mil carac sign now

Paulo industrializou-se sozinho. Jamais recebeu dádivas do Brasil; ao contrário, foi o fornecedor de recursos a ele. São Paulo não deve nada ao Brasil. Portanto, o usufruto desse investimento e trabalho deve ser para o Povo Paulista.

São Paulo recebe a incursão de pessoas de outros estados, que usufruem seus hospitais e escolas. Quem mantém estes serviços é o povo paulista, não o povo brasileiro..Se há tratamento igual a quem de direito, e ao forasteiro, então há discriminação contra o primeiro. Se há igualdade de direitos a quem possui direitos diferentes, então está havendo distinção entre pessoas. Portanto, São Paulo tem o total direito de priorizar paulistas nos serviços prestados. A negação disto é discriminação contra quem possui o direito legítimo do usufruto. A Discriminação contra o possuidor por mérito, é uma violência mais agressiva que as discriminações gratuítas por origem.


XII) SOMOS TODOS BRASILEIROS ?

São Paulo é dito brasileiro na suposta obrigação de oferecer seus serviços aos oriundos de outros estados. Disponibilizar seus hospitais e espaços. Porém, NÃO é considerado brasileiro pelos demais ao ser explorado. Desrespeitado em sua identidade, vontades, tratado com distinção. Se somos brasileiros, seríamos respeitados em nossas opiniões. Se somos brasileiros, o Brasil faria campanhas de doação para nossas cidades acometidas por tragédias naturais, como São Luís do Paraitinga. Ou seja, São Paulo é brasileiro para com os demais. Mas os demais não são irmãos brasileiros para com ele. Para o Brasil, não somos brasileiros, exceto na hora de fornecer o sustento. É hora do Povo Paulista ser menos altruísta, e pensar mais em si mesmo e em seus próprios filhos.


XIII) QUEM CONSTRUIU SÃO PAULO ?

Em uma terra desprezada pelo governo central, foi o espírito bandeirante que sustentou um empreendimento como as bandeiras, e construiu a riqueza que São Paulo hoje é. Criou oportunidades onde não havia. Em 1817 inicia-se o plantio do café. No sec. XIX, era plantado em quase todo o interior. Pioneiramente adotou-se a mão-de-obra livre, antes da abolição da escravatura. O incentivo à imigração estrangeira foi subsidiado com recursos da província. São Paulo construiu uma grande rede de ferrovias. São Paulo jamais foi beneficiado. A economia cafeeira foi o motor da economia do Brasil, grande parte das exportações; era praticamente o único item gerador de divisas estrangeiras para o Brasil. No final do séc. XIX ao XX, São Paulo recebeu a vinda de imigrantes estrangeiros, principalmente italianos. Estes trabalharam de sol a sol nas lavouras, ajudaram a contruir São Paulo. Menos de 10\% dos operários das indústrias eram brasileiros. O italiano era a língua mais falada na cidade. Na década de 20, o governo paulista abriu estradas. A industrialização se acelera nas primeiras décadas, e a cidade cresce nos anos 30, 40 e 50 (Fonte: http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/saopaulo-historia.php ). O período se notabilizou pela consolidação de um vigoroso parque industrial. Entre as guerras mundiais, vieram 100 mil europeus e orientais de elevada qualificação profissional. A população do estado era inferior a 10 milhões de hab., e a capital possuía cerca de 2 milhões de pessoas. Foram construídos os mais importantes edifícios, pontos turísticos e culturais. Até a década de 50 é que foram contruídas as bases para a grandeza de São Paulo. O número de migrantes brasileiros, e seu peso na Economia Paulista era irrisório. As fotos e filmagens do período atestam o perfil da população.

A partir da década de 60, com a chegada dos migrantes brasileiros sobretudo nordestinos e mineiros -, começa a degradação, com a construção de favelas, bairros irregulares e uma estrutura totalmente caótica de cidade. Na década 1960, foram causadores de 56\% de aumento da população da capital, com 120 mil migrantes por ano. Invasão devastadora que causou a descaracterização e agressão à Cultura Paulista. Devido a fatores culturais, os migrantes foram os responsáveis pela alta criminalidade em São Paulo desde então. Além de exigirem infra-estrutura e benefícios do governo paulista.

Migrantes NÃO construíram - e não ajudaram de modo essencial a contruir - São Paulo por atuarem como pedreiros. Seja DESMENTIDA tal falácia. Assim fosse, com os recursos que receberam do Governo Federal, por que não teriam construído uma potência em sua própria terra? São Paulo não os convidou. São Paulo NÃO optou por esta mão-de-obra. Em sua ausência, seria substituída, e não haveria a depredação. Foi graças aos migrantes que houve a descaracterização. Migrantes NÃO são os responsáveis pelo crescimento paulista, de forma alguma. Julgam-se os maiores trabalhadores. Migrantes NÃO fazem trabalhos que o paulista não queira fazer. E sim furtam o emprego de jovens, paulistas humildes, e desempregados. A população paulista tem plenas condições de preencher todas as suas vagas operacionais. Ou mesmo de optar por povos mais respeitadores. Pois assim crescemos de forma próspera e ordenada até 1950.

São Paulo não deve nada aos migrantes brasileiros. Muito ao contrário. São Paulo lhes fornece mais serviços, trata-os melhor do que seus próprios estados lhes tratam. E dizem-se vítimas discriminados!!! Pagam o bem com a ingratidão. Grande percentual da população carcerária é formada por migrantes e descendentes. Que vieram de suas terras e cometeram crimes. As favelas e uso dos serviços públicos, a descaracterização cultural é promovida pelos migrantes.

São Paulo recebeu várias culturas do mundo. E se orgulha de ser uma capital cosmopolita. Porém é a imposição migratória brasileira que é agressiva. Quem construiu São Paulo foram os Paulistas !


XIV) SÃO PAULO É DE TODOS ? QUEM SÃO OS PAULISTAS ?

O sentimento de "Identidade" é essencial ao ser humano, que assim pode ter ciência de suas particularidades e objetivos. O mesmo vale para os Povos.
Tenta-se vender a idéia de que São Paulo é uma terra sem dono, a Casa da Mãe Joana. Porém, anterior à migração imposta nas últimas décadas, São Paulo possui História. E um Povo que faz parte dela e o ama.

Existem boas e más (i)migrações. O colonizador de povoamento deixa sua terra natal, para não mais retornar. Deposita sua vida, tem amor intenso pela terra que o acolheu. O migrante de exploração pretende extrair tudo que puder, despredá-la, e voltar para sua origem. Mantém vínculos. Quer calar o anfitrião, exige dádivas, faz-se de vítima. Abandona-a quando não lhe concede mais benefícios.

Ao ingressar em uma terra que se admira, respeita-se os seus costumes e História. O migrante que chegou a partir da década de 1950/60, em busca de lucro e sustento, causando depredação... está bem longe desta descrição.

Quem são os Paulistas ? São as pessoas cujos pais e avós industrializaram São Paulo. Presenciaram a luta por uma Constituição. Lamentam-se ao ver as imagens pré-60 e a atual descaracterização. Pessoas que viveram em nosso interior, cultivando a autêntica Cultura Paulista.

Havia o sentimento de Povo Paulista. Nosso povo se uniu. Empunhavam as bandeiras das 13 listras. Diziam "São Paulo dominado por gente estranha. Deram "ouro para o bem de São Paulo". Multidões saíram aos comícios. Nossas fábricas não pararam. Os obreiros da tirania, em sua insensatez, esforçavam-se em apregoar que eram "elites querendo recuperar poder". Mas não se sustentava diante do que se via. Um povo de trabalhadores despe a blusa e veste a farda. Negros, brancos, mulheres, todos juntos. Voluntários se alistaram. Irmanados nas trincheiras. Nossos soldados sangraram e tombaram em 32. Pagaram um alto preço em amor a São Paulo. Para que hoje, o Brasil tente destruir nossa identidade. Migrantes não escreveram esta História que o Brasil tenta nos apagar. Não são donos de São Paulo, não têm parte nisto.

É a NOSSA terra, que amamos. Tenta-se TOMAR a terra dos paulistas, afirmando ser de todos, sem cultura e identidade própria, um amontoado de culturas externas. Negar sua existência como Povo. E a mídia tenta impôr ainda mais esta imagem. Porém isto não é verdade ! É uma agressão. Os verdadeiros paulistas sabem quem o são. TODOS são visitantes. Mas São Paulo é de todos os Paulistas !!!


XV) CULTURA, CHOQUE CULTURAL e IMPOSIÇÃO

Cultura refere-se a costumes, comportamentos, valores, visão de mundo, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. É composta pelo conjunto de princípios e tradições. Não existem culturas superiores ou inferiores, porém diferentes. A Cultura paulista é diferenciada com relação à Cultura brasileira - a cultura macunaíma, do herói sem caráter. E são estes valores culturais que levaram São Paulo ao progresso. Respeitamos todas as culturas. E exigimos que respeitem a nossa, que é agredida pela migração excessiva.

Sem generalizações, os valores culturais de um grupo, determinam comportamentos predominantes dos seus indivíduos. A Cultura migrante caracteriza-se por ser agressiva, violenta, desordeira, simbolizada no fato de ter como seu herói a figura de um "cangaceiro" - cuja história representa os valores culturais de sua região. Daí a alta taxa de criminalidade cometida por migrantes no Estado de São Paulo desde sua chegada. Devida a fatores culturais, independente de níveis sociais, pobreza, riqueza, ou nível de instrução. Não se trata de conceitos prévios, e sim de fatos.

Por motivos históricos, São Paulo sempre se viu compelido a se auto-sustentar, e herdamos isto. Assim, a cultura paulista não é dada a solicitar gratuidades do governo. Mesmo diante de grandes necessidades. É respeitadora das leis, não invade. Ao contrário, a cultura migrante vê o governo como seu obrigatório provedor de confortos. Mesmo podendo buscar alternativas, usufruem de todas as gratuitades acessíveis. Esta é uma das grandes diferenças culturais. A cultura migrante possui seu centro prioritariamente em condição social, e não em valores morais. Esta é mais uma das discrepâncias.

As favelas e camelôs não estão relacionados meramente à pobreza, e sim a valores. Invadir espaços, descaso com as leis. Dar-se o direito de apropriar-se. Vitimista Invasiva. Usurpadora. Sempre inocentada. Pedinte de serviços do Estado, inadimplência, diferentes relações familiares, desrespeito, agressividade, assédios, arruaças, danificação de patrimônio, fraudes, trapaças para obter benefícios em tudo. Esta Cultura entra em grande choque com a Cultura Paulista. É importada e imposta à força para São Paulo.


XVI) MIGRAÇÃO PREDATÓRIA

As expressões culturais diversas, são bem vindas e acrescentam, como aves viajantes que nos presenteiam com sua variedade. Porém, não se pode permitir que algumas destas aves façam seus ninhos em todos os galhos, de todas as árvores, comendo todos os frutos, calando o canto de nossos pássaros.
Acrescente-se a esta metáfora: caso o habitante local se manifeste contra o quadro, os ocupantes usam a tática do coitadismo, negam sua legitimidade, e o acusam de todo tipo de têrmo odiável. Ou seja, a Migração Predatória visa destruir a Identidade Local.
Ela onera os cofres públicos. O povo paulista arca com hospital, transporte, limpeza pública gratuíta para estes migrantes.


XVII) CONTRADIÇÕES

- Afirma-se que migrantes vieram para São Paulo em busca de uma vida melhor. Porém, o coitadismo não se aplica. Visto que seus desrespeitos mostram o total desprezo que possuem pela Cultura e povo paulistas, os anfitriões. Para exigir respeito, deve-se antes de tudo, respeitar.

- Afirma-se que estas pessoas em suas regiões vivem situação de extrema carência. Com fortes apelos para compaixão e culpa. Porém, como veremos adiante, o Estado de São Paulo concede ao Brasil gratuitamente cerca de R$180 bilhões - ou 100 bilhões de dólares - por ano.

- Afirma-se que migrantes escolheram São Paulo para viver e contribuir. Não é verdade. Migrantes, na grande maioria, não amam São Paulo. Constantemente o insultam. Exaltam sua terra de origem. Pretendem explorá-lo e retornar. Não escolheram São Paulo por amar sua cultura, símbolos, história e povo. E sim apenas para beneficiar-se. Migrantes não gostam de São Paulo e dos paulistas. Porém aqui permanecem.



XVIII) REIVINDICAÇÕES

Fazendo uso do Direito de Manifestação do Pensamento, previsto no Art. 5º - IV da Constituição do Brasil, nós, abaixo-assinados, Povo Paulista, de todas as raças, níveis sociais, visões político-ideológicas, e setores de atividade, apresentamos às Autoridades e à Sociedade, o seguinte Manifesto:


1. Reivindicamos o fim da Repressão ao Paulista sobre o tema da Migração em sua própria terra, e o direito de existir como povo. Nas ruas, empresas, repartições públicas, na mídia; quanto a expressar livremente o que pensa sobre a Migração e migrantes. Pois está em sua terra, e é seu direito dentro dela. A repressão do pensamento popular só acarreta maiores ressentimentos interiores. Haja real livre manifestação do pensamento, como um país não opressor, e sim verdadeiramente livre.

2. Preconceito é invadir a terra do outro, tendo o CONCEITO ANTECIPADO de que o outro tem obrigação de aceitar suas imposições. Preconceito é adentrar ditando regras em uma terra que não é sua, supondo ter o direito de impôr costumes, estar na própria casa. Prejulgando que seus habitantes devem passivamente acatar. Preconceito é o ato de, sendo o intruso e usurpador, negar o direito ao dono-da-casa de se manifestar em sua própria terra. Preconceito é ditar ordens na terra alheia. Preconceito é exigir bens no estado alheio, julgando ter este obrigação de lhe servir. Invasão é uma forma de agressão. O Preconceito alimenta reações. Deve-se combater as causas do Preconceito. Preconceituoso é o que está dentro da casa alheia desrespeitando o anfitrião. Assim, pode-se dizer que, de certa forma, este é um Manifesto contra o Preconceito.

3. Entendemos que nossa abordagem do tema é justa e legítima. NÃO compactuanos com quaisquer idéias ou métodos ilegais, clandestinos, desumanos ou intolerantes. Assim, repudiamos falsas acusações, como métodos de crimininalizar a opinião divergente.

4. Conforme explanado nos tópicos XIII e XIV, verificamos que: Migrantes pretensiosamente julgam-se os responsáveis pela construção de São Paulo. E assim ter livre acesso de apossar direitos. Julgam-se co-proprietários e não subordinados na terra alheia. Afirmam de forma usurpadora, que São Paulo é de todos. E assim negam a soberania do paulista em sua terra. Por isso, não toleram quando ele pretende dirigí-la e decidir a quem destinar seus serviços. Negam-lhe esse direito. Porém, tendo sido desmontado o sofisma de que construíram São Paulo, as presunções decorrentes não se sustentam.

5. Conforme descrito no tópico XV, a cultura migrante está centrada em "condição social" e bens materiais. Assim, quando um paulista se manifesta sobre "invasão cultural", prontamente começa-se falar em "rejeição a pobres". Não classificamos pessoas por condição social e sim pelo seu caráter.

6. Esclarecemos que não se possui absolutamente nenhuma animosidade contra o migrante que está em sua própria terra de origem, ou contra quaisquer povos.

7. Respeitamos (i)migrantes de qualquer procedência que trabalham muito, respeitadores, discretos, que colaboraram com o crescimento, dedicam suas vidas, pagam impostos, respeitam a cultura, amam e são gratos a São Paulo.

8. Denunciamos que: ao reivindicar o que é SEU e está lhe sendo tomado aos poucos - preservar seu povo, sua terra, sua cultura e dignidade -, o paulista é chamado por migrantes, de nazista, skinhead, fascista, preconceituoso, etc.! Julgam ter o direito de NÃO permitir o anfitrião se manifestar, pois não querem privar-se de todas as regalias que recebem. Denunciamos este caráter, este método de acusações caluniosas, e esta opressão sem precedentes.


== Excesso Migratório / Liberdade unilateral

9. Os fluxos migratórios são um fenônemo natural de toda a história humana, como seu direito de ir e vir. Porém o excesso causado por facilidades e incentivos, é uma tentativa do Brasil de destruição da nossa Identidade. Selado pela repressão unilateral, na qual a migração é deliberada, porém a manifestação do paulista é criminalizada. Repudiamos, pois, o EXCESSO de migrantes no nosso estado.

10. Infestação cultural. Todo local ao nosso redor está infestado de migrantes. Ou seja, pessoas oriundas de outros estados ou descendentes. Nas ruas, ônibus, supermercados, escolas, órgãos públicos. Ao adentrar em um comércio, todos os funcionários migrantes. Isto é uma agressão e extermínio cultural inadmissíveis. É inaceitável ver todos os nossos postos tomados, ser minoria na própria casa. Migrantes andam como os donos das cidades - apoderando-se, ameaçadores, repressores - e nós paulistas, é que nos sentimos estrangeiros fora de nossa terra natal! Diante disto, se um paulista se manifesta, migrantes não admitem, indignam-se, querem calá-lo. Tudo isto dentro de São Paulo!!!

11. Nas expressões do dia-a-dia, preocupa-se tanto em não desagradar e não ofender migrantes. Mas não se preocupa em não ofender paulistas. Em São Paulo !

12. O Sotaque Paulista é nosso Patrimônio Cultural, em suas variantes. Por isso nos é precioso. O paulista olha ao redor e se vê o único com seu sotaque. Um estrangeiro em sua própria terra ! Com sotaque, cultura e valores diferentes. Repudiamos a descaracterização do sotaque de São Paulo causada pelo excesso migratório. Repugnamos o R gutural, as vogais abertas, as expressões ôxe, uai, e demais características. Uma ofensa aos nossos costumes e identidade. Estamos fartos desta agressão cultural.

13. Nos terminais rodoviários, desembarcam milhares. Ao provarem os benefícios proporcionados, trazem o restante da família. Migrantes possuem alta taxa de natalidade, agravando o problema.

14. Repugnamos as afirmações de que São Paulo seja a cidade com o maior número de migrantes, fora de suas capitais de origem. Ou de que grande percentual da população seja descendente. O extermínio cultural não deve ser exaltado, e sim freado e revertido. Tal imposição de uma cultura não a torna cosmopolita. É notória a cobiça pela terra alheia e tentativa de ocupação.

15. O povo paulista é expulso, desalojado da própria terra por migrantes. Porém, caso se manifeste, é RECRIMINADO, acusado de preconceito.

16. Veja-se a seriedade da agressão: Migrantes e descendentes - extremamente numerosos - comemoram dizendo ser maioria no Estado de São Paulo. Porém, se um paulista se opõe ao extermínio cultural, visando preservar sua identidade e cultura, é taxado de CRIMINOSO.

17. Ou seja, é uma colonização imposta à força pelo método de calar o habitante da terra ocupada / tomada.

17. Migrantes declaram-se "donos de São Paulo". Isto agride e fere o brio e dignidade dos paulistas.

18. Nota-se, pois, que se concede ao migrante o direito de agredir livremente, e ao paulista o dever de se calar.


== Práticas

19. Migrantes INVADEM e tomam à força propriedades alheias, ou áreas impróprias para moradias. Fazem roubo de luz, ligações irregulares, deixando a conta para as pessoas honestas pagarem. Despejam montanhas de lixo nas ruas, como prática de sua cultura e hábitos de higiene. Assim entopem bueiros, causando alagamentos. Protestam contra enchentes, QUEIMANDO ônibus e DESTRUINDO o Patrimônio público. EXIGEM do Governo Paulista direitos de contribuintes, porém não pagam impostos, e sim usurpam tudo que podem. Exigem Infraestrutura, condições de habitação e moradia, Transporte coletivo, Áreas de lazer, Limpeza de ruas, Segurança, Hospitais e escolas públicas. Tudo que não exigiram em suas terras de origem. Esta é a cultura migrante.

20. Somos obrigados a conviver com costumes que não são nossos, hábitos impostos na nossa terra.

21. A grande maioria das confusões diárias, agressões, atendimentos hospitalares, emergências, ocorrências, brigas, deslocamentos policiais, está relacionada a migrantes (incluído descendentes). Não existe justificativa que conceda aos migrantes o direito de promover arruaças na terra alheia. Mas cometem. Uma situação foi o famoso seqüestro de Santo André, ocorrido em outubro/2008. Neste caso que mobilizou todo o aparato da Polícia de São Paulo, ambos bandido e vítima eram migrantes.

22. Migrantes agridem o povo paulista ouvindo seus ritmos musicais - funk, forró, etc em volume alto, em carros, transportes públicos, ruas, barracas. Porém, ao rejeitar a imposição, o paulista é recriminado. O paulista não vai até a terra do migrante agredí-lo. Mas o migrante vem a São Paulo agredir o paulista.

23. Repudiamos apresentações de rua. São Paulo não é circo. Nossas praças não são locais de rodas de forró, desrespeitando locais históricos, como a Praça da Sé. Bem como feiras de trocas e produtos usados, em praças diversas, próprias da cultura migrante. A farta divulgação pública de forrós em cartazes, muros. Demonstram o desrespeito do migrante na terra alheia. Ao contrário do que pensam os migrantes, São Paulo NÃO é filial ou colônia do Nordeste.

24. Migrantes alegam direitos (livre arbítrio, ir e vir, moradia), mas desprezam valores morais. Ignorando que seu direito termina onde começa o do outro, e estão na terra alheia. Este caráter gera a antipatia dos paulistas. E esta reação apelidam de "preconceito".

25. O Estado de São Paulo e seus governos são responsabilizados por desabamentos de terra e outras tragédias. Porém São Paulo não foi buscá-los em sua origem. Não concedeu permissão para invasão e construção em áreas de risco. O estado paulista não é obrigado a fornecer moradia para migrante. Que exijam em seus estados de origem.

26. Pessoas reclamam do aumento do IPTU. Porém migrantes ganham moradia, pelos terrenos que invadiram. E isto tem custo para ser mantido. Além das áreas desapropriadas para serem concedidas aos migrantes.

27. São Paulo fornece aos migrantes seus recursos hídricos e naturais, e sofre com racionamentos em períodos de escassez.

28. Assistimos pasmos e enojados aos insultos praticados por migrantes - invasores ilegais do Jardim Pantanal - contra o nosso Prefeito da Capital, em janeiro/2010. E ao endosso da Mídia a estas ações. É espantoso o direito que se dão de exigir que São Paulo faça por eles o que suas terras jamais fizeram. E não exigiram de seus prefeitos e governadores. Tais moradores receberam bolsa-aluguel (muitos usaram para pagar dívidas diversas, comprar objetos), e inúmeros outros benefícios.

29. É incompreensível o fato de migrantes e descendentes, exigirem serviços no estado que invadiram, se não o fizeram em sua terra de origem. Exigem indenização por enchentes. Reagem violentamente contra a polícia paulista. O coitadismo é a arma para explorar São Paulo. Repudiamos vandalismo em favelas, incêndios de veículos. Que façam arruaça em seus estados de origem.

30. Repudiamos as práticas da Mídia manipuladora. As homenagens feitas à migração. A opinião paulista nunca ouvida. Telejornais sensacionalistas, que fazem inúmeras críticas ao estado. Porém não mencionam que a quase totalidade dos problemas de SP que mostram ao país inteiro, é realizada por migrantes. Criticam, mas omitem esse fato. Culpam os governos pelas enchentes. Porém migrantes inundam de lixo nossos mananciais, represas e bueiros. São Paulo envia bilhões ao governo federal. Porém São Paulo é que assume seus emigrados. Repudiamos o proposital excesso de espaço a migrantes na Mídia em São Paulo. Repórteres ao estilo Marcio Canuto. O rótulo de vítimas dado aos migrantes. No aniversário da cidade, os paulistanos não são ouvidos. Nos programas de TV, o excesso em todos de migrantes. Parecem não se contentar em cultivar sua cultura em sua terra. Isto se vê nas ruas de São Paulo. Querem exportá-la e impô-la à força para outros locais. Não respeitam as outras culturas.


== Excesso de espaço

31. Migrantes já desrespeitam e invadem espaços demais, e não necessitam de mais homenagens

32. Exigimos a revogação imediata das seguintes leis e projetos similares: Lei 8.441 (23/11/1993), Lei 12.061 (26/9/2005), e Lei 50.587 (13/3/2006), todas referentes a homenagens a migrantes. Bem como a lei criada pelo vereador Chico Saad em Taubaté, e casos semelhantes em todas as nossas cidades. Abominamos leis futuras que venham a ser propostas neste sentido.

33. Repudiamos todo e qualquer tipo de evento e promoção à cultura migrante com verbas públicas, como a Homenagem à Luís Gonzaga no Vale do Anhagabaú. Bem como condecorações, e homenagens em nomes de logradouros. Além disso, nunca se viu seus estados promoverem, de forma recíproca, homenagem a São Paulo, que os sustenta com impostos, e que alimenta seus emigrados. Ao contrário, paulistas são tratados com preconceito nestes locais.

34. O projeto do Metrô "Seis na Sé" é bastante criativo. Porém é lamentável o excesso de atrações para migrantes. Basta de homenagens.

35. DENUNCIAMOS à População Paulista a existência do Conselho Estadual da Comunidade Nordestina (Copane), mantido pela Secretaria de Relações Institucionais do Governo do estado. Tal grupo está exigindo a inserção da cultura nordestina na grade curricular de todas as escolas paulistas!!! O ato mostra o claro intento AGRESSOR de extirpar nossa cultura e impôr a própria. Inserir-se na política, para tomar o estado dos paulistas ! Propôr políticas públicas, exigir AINDA MAIS direitos e espaço, visando seus interesses ! Este grupo pretende ainda formular denúncias contra paulistas DENTRO DE SÃO PAULO -, que se tornam ameaças à expressão, intimidação. Enquanto vemos a cultura paulista ser dizimada pela imposição migrante em nosso estado, concede-se verbas aos dizimadores.

36. Conclamamos a população paulista a reagir e rechaçar estas agressões. Migrantes pretendem: implantar sua cultura às nossas crianças, e inserir-se no nosso governo; gradativamente mais. No intento de tomá-lo e impôr aspectos da própria cultura.

37. Exigimos a EXTINÇÃO IMEDIATA deste grupo agressor de nome COPANE. Se os migrantes desejam a presença de sua cultura no currículo escolar, cultivá-la, governar, impôr sua visão de mundo, QUE NÃO HESITEM EM RETORNAR ÀS SUAS TERRAS DE ORIGEM. A imposição cultural viola a Diversidade. Que vão pleitear inserção na politica de suas terras, que também têm muitas necessidades e carências.

38. São Paulo não foi buscá-los em sua terra, e portanto não é obrigado a sofrer suas imposições. A Cultura popular que deve ser valorizada em São Paulo é a Cultura Paulista ! Não admitimos estas agressões xenófobas de migrantes contra nossa Identidade. Exigimos atitudes rígidas e exemplares das nossas autoridades. A recusa das exigências deste grupo e sua extinção. Quem deve primariamente exigir respeito é o anfitrião, e não a visita. O respeito ao Paulista em São Paulo, seja Lei!

39. Tenta-se forçar a idéia de que a migração em massa é mais antiga do que é de fato. Em nosso direito como Povo Paulista, que deve ser respeitado, afirmamos o seguinte: Respeitamos a cultura nordestina como uma OUTRA cultura, com suas características e qualidades. Porém NÃO a reconhecemos e rejeitamos como contribuinte ou integrante na formação Cultural Paulista. Não faz parte da nossa História. Não se funde com a nossa de maneira alguma. Visto que foi uma imposição a partir da década de 60, e jamais uma aceitação espontânea. Representou choque cultural por suas grandes disparidades com relação à nossa. O Paulista sempre a rejeitou. Sendo por isso, inclusive, estereotipado de "preconceituoso". São Paulo não possui vínculos com estes estados. Repudiamos incentivos de intercâmbios.

40. Noticiou-se em abril/2010, fato no qual um homem morreu baleado em frente ao CTN - Centro de Tradições Nordestinas - após briga em baile, no bairro do Limão, na capital. Segundo depoimentos de funcionários, dentro dos CTNs, confusões e brigas são comuns. Estes locais bem como as chamadas Casas do Norte - são conhecidos pelas festas, bebidas alcoólicas, badernas, violência, ameaças, barulho, incômodo aos vizinhos, forrós. São fatos notórios. Os CTNs não se restringem ao cultivo de sua cultura dentro de suas dependências, como seria sua função. Evidenciam-se pelo desrespeito e arrojo contra a Cultura do anfitrião, a partir de seus líderes. Imposições na terra alheia, como visto no ítem 51. Não possui, pois, função e caráter respeitador e pacífico; e sim agressivo e xenófobo. Relembramos a ocasião da proibição das torcidas organizadas, cuja violência não foi vista como exceção e sim como método. De forma semelhante, diante dos atos citados, reivindicamos o fechamento e proibição de todos os CTNs no Estado de São Paulo.

41. Citamos as palavras de Kevin Rudd, Primeiro Ministro da Austrália, aos imigrantes naquele país. "A Austrália não tem que se adaptar a você. É você quem tem que se adaptar à Austrália. Não fomos nós a obrigar você a vir aqui; foi você que emigrou para cá. De modo que está na hora de aceitar o país que o acolheu". Sarkozy, presidente francês, estadista global, reivindicou o direito de falar de imigração sem ser tachado de racista. Afirmou: "a imigração de hoje é a França daqui a 30 anos". Preservar sua Identidade é direito de todo Povo.

42. Ao se emigrar para um local, respeita-se os seus costumes e povo. Porém, o que se vê é migrante nordestino querendo se inserir na autoridade da terra alheia. E exigindo respeito.

43. Tem-se um quadro em que há: imposição e exploração. Ao mesmo tempo em que amordaça as pessoas que se sentem invadidas, gerando forte sentimento de injustiça e censura. Lamentavelmente isto leva jovens à intolerância. O governo, que é sustentado pelos cidadãos, tem a obrigação de proteger esses cidadãos que o sustentam. Quando o próprio governo age contra esses cidadãos, está gerando a intolerância. Que acaba sendo uma reação ao mal, uma forma de defesa. Em suas esferas, torna-se o fomentador de grupos que utilizam a violência como extravasão. Um governo deve ouvir a opinião do SEU povo, e não pessoas que ditam ordens na terra alheia.


== Política e História

44. Apreciamos e incentivamos o livre intercâmbio entre todas as cidades paulistas. Pois possuem mesma identidade cultural, formando o povo paulista.

45. Repudiamos que candidatos a quaisquer cargos políticos no estado (e municípios) não sejam PAULISTAS, e com fortes raízes no Estado de São Paulo. É inadmissível que ocupantes dos poderes de um local administrem seus recursos, e zelem pelo interesse de locais externos. Façam migração em massa e assim elejam os seus, para espoliarem São Paulo em prol de suas terras. Migrantes que se elegem, e alcançam mais e mais poder político. Assim criam leis em benefício dos seus. Para imposição dentro da terra paulista.

46. Grande parte dos políticos em São Paulo (região metropolitana), são nordestinos. O número de politicos nordestinos se elegendo em São Paulo aumenta a cada eleição. Curiosamente, isto não é encarado como preconceito anti-paulista. A fim de frear esta tomada, reivindicamos que - independente das opções partidárias, ideológicas, e eleitorais, sem desrespeito à legislação eleitoral - seja promovida a Campanha "Paulista vota em Paulista".

47. É preciso resgatar a auto-estima do paulista. Tão presente e permitida a outros estados. Assim, reivindicamos que: professores do ensino público, formadores de opinião e disseminadores de informação, atendam aos mesmos requisitos mencionados (raízes paulistas). A preservação da identidade Paulista é direito do Povo Paulista. Direito que tem sido usurpado e negado. Não queremos mais o entreguismo de nosso estado nas mãos de poderes migrantes.

48. Da mesma forma, as vagas nos Concursos Públicos sejam destinadas prioritariamente a paulistas, com raízes no estado.

49. O Povo Paulista conheça sua História. Nossos bairros e cidades foram bombardeados nas Revoluções de 1924 e 1932. Sobre migrantes na Força Pública Paulista, haviam pequenos contingentes, estes sim co-participantes conosco. Sugerimos às Secretarias de Turismo que, nos locais bombardeados, hajam placas em referência a estes fatos históricos.


== Serviços públicos

50. Nenhuma Discriminação é mais brutal do que a Discriminação contra si mesmo. Conforme descrito no tópico "XI", é direito de um povo priorizar os seus. Ao se negar o direito de prioridade ao paulista, ele é que está sendo discriminado.

51. Apoiamos Projetos Democráticos como o PL nº 550/2004 (14/12/2004), sobre a criação do programa De volta para minha terra na capital. O programa é benéfico para aqueles que optarem pelo retorno. Repudiamos as palavras de entidades migrantes que, na ocasião, atacaram o Vereador proponente. Estas atitudes demonstram o caráter de tais entidades, de pretender impôr vontades na terra alheia. Nosso glorioso Estado de São Paulo não deve se curvar a exigências de migrantes.

52. Apoiamos antigas iniciativas, como o PL nº 229/1990, que limitava aos migrantes direitos que NÃO possuem. Reivindicamos que o acesso aos serviços e benefícios públicos por migrantes, seja restrito a pessoas que comprovem residência e trabalho fixo no estado de São Paulo há pelo menos dois anos. O objetivo é proteger as pessoas que aqui vivem. Conforme ítem 44, o uso seja livre entre paulistas de todas as cidades. Na ocasião, este defensor paulista, foi alvo de calúnias, chamado de hitler, e outros insultos por parte de migrantes e da então prefeita. Que não queriam perder privilégios.

53. Apoiamos proposta feita na década de 1990, de que fossem realizadas campanhas publicitárias nos estados do Nordeste desencorajando a migração. Endossamos a proposta, bem como sugerimos ao governo federal a perda de benefícios sociais federais, caso saiam de sua origem.

54. Reivindicamos a proibição de compra de casas populares (ingresso nos planos habitacionais) a quem tenha menos de cinco anos de domicílio no estado, antiga proposta do vereador Brasil Vita. São projetos absolutamente justos, coerentes e imparciais. É inconcebível que um migrante adentre no estado e obtenha imóvel em São Paulo, enquanto o paulista se sacrifica para pagar aluguel, sem invadir terrenos.

55. O Estado de São Paulo tem obrigação de atender ao SEU povo, cujos ancestrais investiram para que herdassem seu Progresso; a ele amam, vivem, e nele pagam impostos há décadas. São Paulo não tem obrigação de conceder serviços a migrantes. Este é o nosso direito de opinar. Nem de atender a demanda de outros estados. Nem de ter seus serviços públicos saturados por migrantes e descendentes. São Paulo deve cuidar dos seus pobres. E não dos pobres dos outros.

56. Inúmeros são os casos de migrantes que há anos invadiram terrenos paulistas. SP deu-lhes infra-estrutura. Assim tornaram-se proprietários. E hoje paulistas pagam aluguel a estes migrantes por estes imóveis. Faça-se um levantamento dos imóveis da capital, quais foram usurpados, e quais foram comprados honestamente. E se verá.a forma como migrantes despojaram São Paulo.

57. Migrantes estão muito bem empregados em São Paulo - exaltando sua terra de origem, e agredindo nossa cultura. Salários compatíveis (superiores ao de muitos paulistas), benefícios trabalhistas, é o estado em que há maior fiscalização. Muitos comerciantes, pelas boas condições que SP lhes deu. Possuem imóveis, bens materiais, lazer. Enquanto inúmeros verdadeiros paulistas desempregados passam necessidade, pagam aluguel, têm vida sofrida.

58. A oferta de empregos é estímulo para a migração ou permanência. Diante disto, reivindicamos incentivos a empresas que NÃO contratem migrantes, e dêem prioridade para paulistas. Estamos assim valorizando nosso povo.

59. Não bastando receber bilhões em recursos que enviamos, os governantes de seus estados estimulam a migração, pagando passagens, exportando seus problemas para São Paulo. Portanto torna-se ilógico proibir a São Paulo a prática do contrôle, alegando discriminação. Visto que estes estados possuem o direito de obrigar SP a receber os seus.

60. Repudiamos políticos que nunca serviram a São Paulo, que ao necessitarem, correm para os hospitais paulistas.

61. Reivindicamos maior atuação do Ministério Público em defesa dos direitos da sociedade Paulista, e da Liberdade de Expressão, que integra os direitos humanos. Organizações discriminam por "delitos de opinião". Provedores de Internet fazem exclusão arbitrária e unilateral de conteúdos. Opiniões estão sendo caladas. Reivindicamos ter onde recorrer quando há violação desses direitos.


== Preservação

62. Reivindicamos especial proteção às crianças paulistas nas escolas. Visto que, se há uma cultura agressiva, ávida por benefícios, desrespeitosa com nossos professores e inspetores, convivendo com nossa cultura mais pacata, é preciso protegê-la. Do contrário, pela omissão, é a nossa que estará sendo oprimida.

63. Repudiamos doutrinação ideológica nas escolas - favorável a qualquer lado - a crianças indefesas em sua mais tenra idade. Bem como práticas Gramscistas. Devem ser ensinadas às crianças, de forma imparcial todas as visões político-ideológicas, a fim de que o jovem decida sua opção quando tiver condições. Desaprovamos e reivindicamos completa revisão do atual currículo escolar estadual, por sua ocultação de fatos históricos paulistas. Que o método de aprovação e princípíos transmitidos em nossas escolas paulistas sejam: o mérito, a justiça, a liberdade e o esforço. Estes são os fundamentos nossa cultura e história - com que construímos nosso progresso.

64. O baixo desempenho do estado nos indicadores de ensino nacionais, são devidos aos migrantes. Que competem as vagas das nossas crianças. Valorizando a nossa Cultura, não se curvando à cultura migrante, a qualidade do ensino virá como conseqüência.

65. Reivindicamos proteção ao nosso sagrado interior, contra a descaracterização. Migrantes chegam como trabalhadores temporários. Porém depois permanecem, causando arruaças, desrespeito aos idosos e crimes. Ou adquirem terras, que passam mais e mais para as mãos de não-paulistas.

66. Reivindicamos multas para empresas que contratarem trabalhadores temporários migrantes e não providenciarem a sua devolução.

67. Reivindicamos a re-paulistanização dos bairros e cidades da Grande São Paulo tomados por migrantes. Como as regiões de Santo Amaro, Itaquera, Guarulhos, Osasco, ABC, Brás, São Miguel, e diversas outras. Estes locais devem ser retomados como territórios paulistas. Faça-se valer neles, o respeito a Lei e à cultura. Migrantes e descendentes devem respeitar a Cultura Paulista, portar-se com discrição e honestidade. Fique claro que ele é o visitante, e que o paulista é o anfitrião. Pois comumente agem como se fosse o inverso.

68. A situação da Baixada Santista. Cubatão por exemplo tem 89\% da população de origem nordestina. Guarujá tem um distrito praticamente todo nordestino (Vicente de Carvalho). São Vicente tem desde a década de 70 a maior favela do estado (Mexico 70) composta quase que unicamente por nordestinos. Paulistas são extrema minoria. É INACEITÁVEL esta agressão cultural !!! Uma das conseqüências são os altos índices de criminalidade em nosso litoral.


== Informações à População - Exploração externa e interna

69. Reivindicamos que sejam amplamente duvulgados à população paulista os seguintes fatos:

70. O Estado de São Paulo fornece 41\% de toda a arrecadação do Brasil. Recebe de volta 4\%. O que significa que São Paulo DÁ ao Brasil em impostos federais - R$ 180 bilhões POR ANO sem volta ou 100 bilhões de dólares. Este valor por décadas é maior do que o Plano Marshall - a ajuda dos EUA oferecida à Europa pós-guerra. A cada R$ 10,00 que um paulista paga em impostos federais, fica com aproximadamente R$ 1,10 e dá R$ 8,90 ao Brasil. Nos últimos 10 anos, o Brasil tomou dos paulistas mais de R$ 1 trilhão sem volta mais de 600 bilhões de dólares.

71. Os Carnavais no Brasil começam em novembro e terminam em março. Festas juninas interrompem o trabalho por um mês, em alguns estados. A carga horária semanal prática é reduzida. Existem ainda os carnavais fora de época intermináveis. Enquanto isto, o paulista esgota-se no trabalho, trânsito, estudo, sacrifica lazer e família. Pesquisas já mostraram que chega-se a atingir níveis de Stress equivalentes ao de pessoas nas guerras. O paulista empenha-se em cumprir suas obrigações.

72. Estes estados são ditos pobres, vítimas. Não raro colocam São Paulo como o culpado por suas condições. Estes diferentes estilos de vida geram diferentes resultados de riqueza e progresso. Curiosamente, esta pilhagem de bilhões não é encarado como preconceito contra paulista. Ou seja, a visão é unilateral. Assim, nota-se que no Brasil, dá-se o sentido que se quer a estas palavras, com o fim de beneficiar a uns e calar a outros.


73. Não obstante a subtração contínua promovida pelo Brasil, São Paulo representa sozinho 1/3 do PIB brasileiro, e fornece 41\% de impostos, significando que fornece proprocionalmente mais do que sua riqueza. Segundo a Fundação Seade, o PIB paulista cresce acima do PIB brasileiro. O PIB de São Paulo é maior do que países como Chile e África do Sul. É como um país sustentando outro país.

74. A Região Sul fornece R$ 33 bilhões sem volta ao governo federal anualmente (números de 2009) As regiões Norte e Centro-Oeste recebem R$ 18 bilhões. O Nordeste recebe gratuitamente por ano R$ 45 bilhões do governo federal. São Paulo fornece R$181 bilhões sem volta ao governo federal por ano. É imensurável tamanha Discriminação e Escravismo.

75. O jornal "O Estado de São Paulo", na edição de 08/05/2010, publicou entrevista com tema "União põe dinheiro no Metrô no país inteiro, nenhum centavo em SP". Sendo que no mundo inteiro as regiões metropolitanas tem recursos do governo central.

76. Uma obras gigantesca como o Rodoanel possui orçamento total de cerca de R$ 20 bilhões. Com os valores tomados de São Paulo, daria para construir 9 rodoanéis por ano, estações do metrô, hospitais, centros de lazer, para usufruto dos verdadeiros paulistas. São Paulo paga menos a seus policiais e professores do que os estados que tomam os recursos de São Paulo.

77. Doações não se fazem compulsoriamente com recursos alheios. Visto que estes são fruto de seu trabalho. E sim deve ser uma decisão de quem oferece.prestar auxílio.

78. O sistema em vigor há décadas, de tomada de recursos de SP para os demais, a pretexto de eliminar desigualdades regionais, mostrou-se ineficaz. Visto que enquanto houver quem forneça, nunca haverá o desejo de mudança em quem recebe. Quando se fala em reformas tributárias, nota-se que nos resultados finais, pretende-se violar ainda mais o Estado paulista

79. Além da extração dos recursos de São Paulo, pratica-se a imposição migratória, causando degradação cultural de dentro para fora, e destruição da sua identidade como povo.

80. São Paulo possui 3 universidades federais. O estado de Minas Gerais, por exemplo, possui 11. Nos últimos anos, verbas do BNDES foram negadas ao metrô da capital, e destinadas ao metrô de Caracas, na Venezuela. São Paulo perde indústrias devido aos incentivos do Brasil a outras regiões. São Paulo é discriminado nos recursos para Segurança, Educação, Prevenção de tragédias, infraestrutura.

81. Nossas maiores universidades são todas estaduais. São Paulo é responsável por mais da metade da produção científica brasileira. O Instituto Butantã é responsável pela produção de mais de 80\% do total de soros e vacinas consumidos no Brasil. Das dez melhores estradas do Brasil, São Paulo tem as dez. São Paulo se destaca na Agricultura e Indústria. É o maior destino turístico do Brasil, com 47\% dos turistas estrangeiros. São os recursos da Economia Paulista, que possibilitam que o governo brasileiro muitas vezes pose sobêrbamente no exterior.

82. Na Câmara dos Deputados, que representa a população, o voto de um acreano vale o de 7 paulistas. No Senado, que representa os estados, o voto de um sergipano vale o de 20 paulistas. Além disso, os estados das regiões votam em bloco. Para assim, vencerem como maioria, e decidirem como dizimarem o dinheiro tomado de São Paulo. Além da inferior representação, muitos dos representantes de São Paulo NÃO são paulistas. Logo, pensam no aumento de recursos para suas terras natais. É uma situação degradante de semi-Colonialismo.

83. São tomados nossos impostos, e outros locais decidem como o administram, como verdadeiras Metrópoles com relação à Colônia.

84. Nota-se, portanto, que o Brasil NÃO se conduz pelo princípio de igualdade de direitos, e não possui assim governo representativo do povo como um todo, pertencente ao território sem qualquer tipo de distinção.

85. A Democracia real faz a descentralização do governo a nível regional e local, entendendo que o governo local deve ser tão acessível e receptivo às pessoas quanto possível. O povo é quem paga a conta das decisões que são tomadas em seu nome. Por isso a democracia deve ser praticada sempre de forma mais próxima, mais subsidiária possível. Pois os grupos sociais menores tendem a conviver sob os mesmos preceitos culturais. Entedemos que a forma mais democrática é que cada estado seja livre para criar suas próprias leis, e administrar integralmente seus próprios recursos. O atual Centralismo faz do Brasil um Império e um país não democrático.

86. Mesmo fazendo parte do mesmo país, os povos do Brasil possuem diferenças e são sub-grupos. Possuem suas particularidades, e sentem-se agrupamentos peculiares. Não há como uniformizar um território tão vasto, denominando-o um só povo, incorrendo no risco de padronizar e atropelar características regionais. Isto justifica o uso do termo "povo paulista", como de qualquer outro estado ou região.

87. O espírito paulista é o causador de nosso Progresso. Conforme citado no tópico XV, nossa cultura, mais recatada, não possui costume de solicitar gratuidades. Assim, na prática, a QUASE TOTALIDADE dos serviços públicos fornecidos por São Paulo, são usufruídos por migrantes, povos de outra Cultura, que desprezam nossa história. Nossos pobres paulistas - quando até mais necessitados - raramente requisitam benefícios. Diante disto, o paulista indispõe-se acuado, temendo acusações por parte dos exploradores. Nesta convivência, uma cultura oprime a outra (tópico VI).

88. O paulista pobre é o mais ultrajado pela Migração, sendo a classe mais vulnerável. Visto que o migrante toma-lhe todos os direitos. Jovens de nosso precioso interior deixam de vir realizar estudos na capital, porque suas vagas estão tomadas.

89. Migrantes são os que mais se apoderam dos serviços públicos. Postos de saúde, Poupatempo, transporte gratuíto, atendimentos de emergência, Assistência Social, etc - são para atender migrantes. Assim, o Estado de São Paulo - o contribuinte paulista - dispensa praticamente todos os seus préstimos para servir a migrantes. Vive e trabalha para atender os povos de outros estados. E não para si mesmo.

90. A grande maioria dos casos de violência nas escolas está relacionada a migrantes. A grande maioria das burlas de catraca nos ônibus são praticadas por migrantes. São fatos que podem ser observados cotidianamente por qualquer pessoa. A depredação do comércio praticada por camelôs. A arruaça dos que incendeiam veículos em favelas. Dos crimes cometidos em São Paulo, verifique-se a origem dos autores. Seus apelidos muitas vezes fazem referência a seus estados.

91. Diante do exposto acima, nestes dois aspectos - extração de impostos, e serviços públicos - São Paulo é atualmente o escravo do Brasil. Posição totalmente incompatível com sua Dignidade, Mérito e Grandeza.

92. Os bandeirantes deram ao Brasil a extensão de seu território. São Paulo deu ao Brasil progresso, riqueza, modernidade. Pessoas passam fome em seus estados, migram, encontram o que não encontraram em seu estado natal. A despeito de tudo, o povo e políticos dos demais estados tem por São Paulo, rancor e ingratidão.

93. O requisito de que nossos serviços sejam utilizados por quem os mantém, não se trata de Egoísmo.

94. Migrantes recebem auxílio-aluguel; Ambulâncias são tomadas de nossos idosos necessitados, para atender migrantes, que se envolveram em brigas e embriaguês; Migrantes recebem medicamentos gratuítos e assistência médica domiciliar, enquanto muitos paulistas passam necessidade; Programas como o "Mãe Paulistana" e similares, concedem enxoval e transporte gratuíto quase exclusivamente a migrantes. Afirmamos que: enquanto se ficar concedendo regalias, a migração será incentivada.

95. Há algum tempo, um projeto da Prefeitura da capital ofereceu R$5 mil para famílias de sem-teto, além das passagens de ônibus para os desabrigados retornarem à sua origem. Porém, foi recusado pelos mesmos, pois não queriam perder bolsa, vale-leite, vaga em creche, etc. Conclui-se, pois, que a concessão de todo tipo de gratuidade é o motivo para a permanência ou vinda de migrantes.

96. Quanto mais se constrói moradias, mais migrantes invadem São Paulo. Nunca serão suficientes os conjuntos habitacionais e creches. Pois assim que se estabilizam, mandam chamar o restante da família que ainda estão na terra natal.


== Realidades

97. Inúmeros são os casos de bandidos foragidos de seus estados de origem, que fogem para São Paulo. Como o "pai de Eloá". Ou de migrantes que cometem crimes em São Paulo e fogem para suas origens. O Estado de São Paulo, possui cerca de 40\% dos presidiários do país. Esta proporção é maior do que de sua população. O que sugere que São Paulo sustenta bandidos de outros estados. Que vêm cometer crimes em São Paulo, aterrorizando a população paulista. Infelizmente, não podendo ser devolvido à sua origem, o detento é sustentado pelo contribuinte paulista.

98. Nosso estado não pode se transformar em um refúgio de criminosos. Sobrecarregando nossa Polícia e Justiça, com problemas que não são nossos. E, sob qualquer pretexto, expôr a vida de nossas crianças. Reivindicamos, pois, o cadastro, à medida do possível, de todos os migrantes de outros estados, que adentram no Estado de São Paulo para permanecer. Incluindo verificar se possui recursos para moradia, tempo de permanência, emprego fixo, e averiguação de antecedentes criminais. Estas medidas, em nosso modo de ver, não ferem o direito constitucional de ir e vir livremente no território nacional. Visto que não são impeditivos. E sim têm finalidade apenas de estatística, prever a demanda por serviços, intimidar atos ilícitos e irregulares, e proteger pessoas de boa índole.

99. Reivindicamos a publicação dos números da criminalidade, com percentuais da origem e descendência direita dos infratores. A fim de informação. Isto não fomentará preconceitos, visto que se esta relação não é verdadeira, os próprios números desmentirão.

100. Migrantes ocupam espaços que pertencem ao paulista. Causam superlotação nos tranportes. A quase totalidade das favelas foi loteada por migrantes. O que sugere que São Paulo não possui estes problemas, e sim são elaborados aqui. É humilhante que migrantes utilizem hospitais de referência, como o HC, enquanto paulistas natos não têm acesso !!! Migrantes utilizam nossos hospitais públicos, postos de saúde, ambulatórios de especialidades de alta tecnologia, tomam as vagas de nossas crianças nas escolas e creches. Aumentam a demanda por merenda. Migrantes querem tomar tudo que pertence aos paulistas. Migrantes retiram medicamentos gratuítos, que paulistas necessitados não recebem. Migrantes praticam invasão de terrenos, e são premiados ganhando conjuntos habitacionais. Não amam São Paulo. Não amam os paulistas. Estão para pilharem tudo que puderem. Ao assistir isto tudo, paulistas ficam acuados, temendo se manifestar e serem acusados.

101. O povo paulista sustenta a parasitagem com casa, comida, transporte, leite, escola, uniforme, creche, médico, remédios, vale-gás, bolsa-auxilio, etc. Em troca, recebe sujeira, violência, criminalidade, fraudes, alto custo de vida, e o principal: descaracterização cultural.

102. Pela imposição cultural, por ser um estrangeiro na própria casa, por ter suas ruas inundadas de lixo, por ter seus hospitais e escolas tomados, por todas estas práticas culturais citadas, paulistas se opõem à migração excessiva. E por isso são chamados de "preconceituosos".

103. O migrante vê sua cultura como única, e obrigatória sua aceitação pelo outro. Não reconhece outras culturas. São, pois, atos de Xenofobia e Egocentrismo. Nas práticas descritas nos ítens 8, 15, 16 e 36, verifica-se métodos sórdidos de censura; desejo de extermínio cultural e ocupação; intolerância ao direito de existir do outro. Essência de caráter digna de regimes nazistas. No ítem 17, viés de dominação sobre outro grupo humano. Diante disto, reivindicamos que o atos descritos neste ítem sejam tipificadas como práticas equivalentes a racismo.


== Controle migratório

104. Reivindicamos as seguintes medidas:

a) Torne-se crime no Estado de São Paulo, as invasões e loteamento de prédios urbanos ou terrenos - públicos ou privados. São Paulo não foi buscá-los em sua origem. Portanto, não tem obrigação de sofrer suas práticas inaceitáveis.
b) Cobrança de água, luz e IPTU nas favelas, sem taxas diferenciadas. Sem tolerância a roubos de serviços e ligações irregulares, sendo também encarado como crimes. O atual sistema é injusto, pois paulistas tão necessitados quanto migrantes, não se vitimizam e pagam taxas integrais.
c) Suspensão de TODO e QUALQUER benefício e gratuidades a migrantes. Gradual para os que já recebem (a fim de adaptação) e imediata a novos. Seja pelo estado e por todas as prefeituras. A saber: medicamentos gratuítos, auxílio-aluguel, mãe-paulistana, casas populares, leve-leite, bilhete-desempregado, uniforme, material e transporte escolar, pagamento de prejuízos por enchentes, cestas básicas, bolsas diversas, auxílios-financeiros, e todos os demais não-conhecidos. Como já dito em tópicos anteriores, São Paulo deve cuidar dos SEUS pobres.
d) O uso dos serviços públicos (hospitais, postos de saúde, escolas, creches, assistência social, atendimento médico domiciliar, etc.) sejam limitados, conforme mecionado no ítem 52. Porém livres entre paulistas de todas as cidades, conforme ítem 44.
e) A total proibição de camelôs e todo tipo de comércio ilegal. Nas ruas, praças e calçadas, barracas, etc. Com aprensão e prisão em caso de reincindência. Isto ainda prejudica a livre circulação, pondo em risco a segurança de pedestres.
f) Valorização à nossa Polícia, e tolerãncia zero com todo tipo de crimes
g) Não tolerar transgressão a leis contra ruído, desordens, arruaças em favelas, veículos de som e forrós ilegais, desrespeitos.

105. Todas estas parecem medidas radicais. Migrantes possuem a índole da vitimização, e certamente a usarão. Porém são absolutamente necessárias e exigem firmeza e coragem. Como UNICA FORMA de INTERRUPÇÃO da invasão cultural. Como exemplificado nos ítens: 93, 95 e 96. Entendemos como a única forma de Contrôle - dentro da Constituição Brasileira, e dos Princípios justos - o corte absoluto dos INCENTIVOS para sua permanência ou vinda. Aliado ao fim da censura ao paulista, e exigência de respeito na nossa terra. São Paulo deixe de fornecer direitos que eles NÃO tem. Que passem a exigir de seus estados de origem. E não mais saquear São Paulo. Vide ítem 78.

106. Como dito no tópico XV, paulistas carentes não costumam alegar "pobreza" para obter benefícios. Não se deve ser generoso para com os outros e ferir-se a si mesmo. O Estado de São Paulo não deve mais servir a migrantes "alegando-se pobres", incentivando assim a migração, ferindo seu próprio povo contrariado, descrente e calado.

107. Sendo fruto de nosso espírito e nossa cultura, o nosso Progresso - Hospitais, Tecnologia, escolas, Universidades, Expansão do Metrô - seja para usufruto do nosso povo verdadeiramente paulista.

De São Paulo para São Paulo. Para o bem de São Paulo.


== Cultura Paulista

108. Reivindicamos ao governo de São Paulo, que através da Secretaria da Educação, inclua no currículo escolar a disciplina História de São Paulo. (ref. ítem 49)

109. Louvamos iniciativas como da cidade de Cruzeiro, que desenvolveu o Projeto "Resgatando a Revolução de 32 na Educação". Reivindicamos que seja estendido a todo o estado.

110. Reivindicamos a execução do Hino Estadual Paulista nas escolas e em todos os eventos esportivos, o "Hino dos Bandeirantes". Letra de Guilherme de Almeida, e Música na versão de Sérgio de Vasconcellos Corrêa.

111. Reivindicamos a extrema valorização de Sociedades e Institutos relacionadas à nossa História, como expressão máxima do nosso orgulho. Que tenham espaço de honra no site oficial do Governo do Estado. E a valorização a sedes, edifícios, monumentos e ícones culturais, relacionados ao Estado de São Paulo. É inacreditável que grupos migrantes recebam verbas, enquanto entidades históricas paulistas não sejam ouvidas, e não possam contar com grandes auxílios e incentivos governamentais.

112. Reivindicamos o restabelecimento do nome do Túnel 9 de julho, e a conclusão das reformas no Obelisco do Ibirapuera

113. Expressamos ao Metrô, o desejo de que a estação Butantã da Linha 4 Amarela (em construção), situada nas esquinas compreendidas pela Avenida Vital Brasil, Rua Pirajuçara e Rua MMDC tenha o seu nome alterado para Estação MMDC-Butantã, em homenagem aos mártires do Movimento Constitucionalista de 1932. (ref. ítem 33 e 34)

114. Repudiamos as declarações odiosas do político Lula da Silva, em abril/2010 em São José dos Campos, em que chamou nossa heróica Revolução Constitucionalista, de golpe. Na qualidade de Presidente da República e na certeza impune, vilipendiou o maior símbolo e escarneceu do povo paulista. Diante desta e outras situações evidentes de que vomita preconceito anti-paulista, reivindicamos que este senhor seja declarado "Persona non grata" no Estado de São Paulo. De modo semelhante ao proposto pela Ass. Legislativa do RJ com o deputado Ibsen Pinheiro, na ocasião da questão dos Royalties. A memória eterna de nossos heróis, o sangue vertido, as lágrimas pelos nossos mortos, não podem ser pisados por um político preconceituoso e transitório.

115. Reivindicamos ainda que, à medida do possível, seja retirado o nome Getúlio Vargas de todos os logradouros do estado de São Paulo. Homenagear um ditador é tão absurdo quanto existir uma Praça Adolph Hitler ou avenida Mussolini. Inaceitável.


== Considerações finais

116. Rejeitamos quaisquer acusações de preconceito. Visto que nenhuma afirmação aqui feita é baseada em Conceitos antecipados; e sim em fatos dos quais somos milhões de testemunhas oculares há décadas. Este Manifesto é o grito amordaçado de incontáveis paulistas.

117. Fique esclarecido que os migrantes e descendentes - são os visitantes. E os paulistas são os donos-da-casa. E não o inverso, como pensam e agem. E assim ambos devem portar-se como tal.

118. NÃO compactuamos com quaisquer tipos de grupos extremistas, skinheads, neonazismo, etc., que pregam covardias, agressões, violências e outros crimes injustificáveis.

119. Rejeitamos calúnias de "racismo". Nossa cor não é branca, não é morena, não é negra. Nossa cor é São Paulo.


Certos do atendimento das autoridades às nossas reivindicações bandeirantes.

Como em 1932, diziam as faixas em comício na Praça da Sé, novamente nós dizemos.

Assim como no passado: SÃO PAULO PARA OS PAULISTAS !



Abaixo-assinados.

Sign The Petition

Sign with Facebook
OR

If you already have an account please sign in, otherwise register an account for free then sign the petition filling the fields below.
Email and the password will be your account data, you will be able to sign other petitions after logging in.

Privacy in the search engines? You can use a nickname:

Attention, the email address you supply must be valid in order to validate the signature, otherwise it will be deleted.

I confirm registration and I agree to Usage and Limitations of Services

I confirm that I have read the Privacy Policy

I agree to the Personal Data Processing

Shoutbox

Who signed this petition saw these petitions too:

Sign The Petition

Sign with Facebook
OR

If you already have an account please sign in

Comment

I confirm registration and I agree to Usage and Limitations of Services

I confirm that I have read the Privacy Policy

I agree to the Personal Data Processing

Goal
0 / 50

Latest Signatures

No one has signed this petition yet

Information

Tommie KeyBy:
Culture and SocietyIn:
Petition target:
Presidente

Tags

No tags

Share

Invite friends from your address book

Embed Codes

direct link

link for html

link for forum without title

link for forum with title

Widgets